Sexta-feira, 7 de Maio de 2010

Com que roda eu vou - Peugeot Hoggar 1.4 e 1.6

Bonitinha, mas dá medo comprar carro de marca francesa (foto:Tite)

 

Nessa minha missão de descobrir qual carro comprar, fiz o test-drive da Hoggar e achei bem interessantinha: cabine grande, motor 1.6 valente, caçamba que cabe moto, hummm, parece que a Courier tá na marca do pênalti. Meu único medo é comprar carro de marca francesa, porque pra vender depois é um porre. Os próprios concessionários desvalorizam tanto o carro que dá vontade de perguntar "ô seu %$#&*+ se esta m*** é tão ruim por que você me vendeu???" Na hora de vender o carro os gordinhos das concessionários tecem altos elogios. Na hora de trocar por outro eles só faltam te chamar de idiota e burro. Aliás, falei isso pro presidente da Peugeot (não nesses termos, claro) e ficou maior saia justa na entrevista coletiva. Bom, leia a avliação abaixo.

 

Picape, mas pode chamar de hatch

 

Compromisso é um conceito no qual todo projetista dorme pensando. Não o conceito formal de compromisso, mas aquele que indica como equilibrar mais de uma característica em um mesmo veículo. No caso dos picapes seria a melhor equação entre veículo de trabalho e carro de passeio. O grande desafio de uma equipe de projetistas é como equilibrar o quanto de característica de cada exigência. Nesse sentido, as 320 pessoas que trabalharam no desenvolvimento do picape Peugeot Hoggar podem dormir tranqüilas, porque entregaram um produto com o mais alto nível de comprometimento entre veículo de trabalho e de lazer oferecido atualmente no mercado dentro da categoria.


O Hoggar (pronuncia-se ô-gar) é um produto 100% desenvolvido no Brasil e isso é fácil de acreditar, afinal em qual outro país do mundo pode-se ver tantos picapes criados a partir de hatches ou sedãs pequenos. Na Europa o veículo de carga é furgão ou furgoneta, enquanto nos EUA são as picapes grandes e enormes que fazem o trabalho pesado. Só no Brasil se vê tantos picapes pequenos. E, brevemente, em mais países da América do Sul.


Para resumir o que é dirigir o novo Hoggar basta revelar que durante os mais de 180 quilômetros do teste nem se percebe que está a bordo de um picape. O trajeto do teste combinou vários tipos de terrenos e topografia e só mesmo ao olhar pelo espelho retrovisor vinha o susto ao “cair a ficha” de que aquele veículo era um picape e não um sedã ou hatch.


O principal responsável por esse efeito é o conjunto de suspensão. E aqui entra o tal do compromisso. Para transportar os 660 kg de carga (na versão XR 1.4) seria necessário desenvolver uma suspensão capaz de resistir, mas não fosse rígida a ponto de transformar o picape em um veículo saltitante quando vazio. Para equilibrar as duas situações a Peugeot foi buscar a solução no furgão Partner, com suspensão traseira independente, dotada de amortecedores colocados quase na horizontal e barras estabilizadoras (menos na versão X-Line). Esse tipo de fixação permitiu aumentar muito o espaço da caçamba por eliminar o mancal de apoio do amortecedor traseiro.

 

Cabe uma Yamaha XTZ 125X e sobra muito espaço. Foto: Tite


De fato, a caçamba é muito grande e com a caixa de rodas reduzida sobra espaço para levar motos médias e até um quadriciclo. Se faltar espaço, a tampa pode ser retirada facilmente. Para evitar o furto da caçamba (sim, isso é comum...) ela é protegida por chave. Outra solução interessante é o mecanismo que libera o estepe, colocado sob a caçamba. Ele fica embutido na caçamba coberto pela tampa da caçamba, que por sua vez tem chave. Foi a forma encontrada para evitar o furto do estepe, uma preocupação (real) dos donos de picapes no Brasil.


Como é

Bonita, sem dúvida! Pode ser que as lanternas traseiras não agradem a maioria, mas ela tem um desenho um tanto destoante do resto do picape, mas por outro lado, como invade boa parte da lateral – assim como os faróis – proporcionam mais segurança porque o veículo torna-se visível à noite mesmo quando visto de lado. Um saída bem mais interessante do que olhos de gato!


A frente é do Peugeot 207, nenhuma novidade. Mas na versão Escapade (pronuncia-se assim mesmo) foi colocado um aplique de alumínio a pretexto de “quebra-mato” de gosto bem questionável. Lembra aquelas dentaduras de drácula que as crianças usam no dia das bruxas. Discrição nunca foi o forte desses veículos “aventureiros”. Já a versão de batente pesado, a X-Line, tem o pára-choque pintado na cor da carroceria, poucos acessórios e vai concorrer de frente com a Ford Courier. Se levarmos em conta que o estilo do Courier está uns 15 anos defasado, é fácil prever onde a Peugeot vai morder para comercializar as almejadas 1.500 unidades por mês.


Os apliques externos da Escapade agradam ao público alvo desse tipo de picape que, segundo a Peugeot, são formados por mais de 90% de homens entre 30 e 49 anos.  Desse público, cerca de 37% são pequenos comerciantes e 41% transportam carga. Não perguntem o que fazem os outros 59% com tanto espaço na traseira.


Como as fábricas adotam um sistema métrico curioso para medir a caçamba, quem avalia as dimensões de um picape pode se iludir. No caso da Hoggar, a caçamba, oficialmente, tem capacidade para 1.151 litros. Então, se quiser aumentar a capacidade de uma caçamba, basta aumentar a linha da cintura (como na Montana) e isso se traduz em muitos litros. Como não se transporta líquidos na caçamba, essa medição serve apenas como ferramenta de marketing.


Como nós acreditamos ser mais honesto usar o sistema métrico tradicional, fomos atrás da trena para medir a caçamba (com o protetor de caçamba aplicado). As medidas internas são: largura, 1.332 mm; distância entre as caixas de roda, 1.190 mm; comprimento, 1.677mm; diagonal, 2.082 mm e altura, 535 mm. Esse último dado é importante porque não dificulta a visão traseira. Essas medidas podem ganhar alguns milímetros na versão X-Line sem protetor de caçamba. No comprimento, a Hoggar é 2 cm menor que a Ford Courier, a maior de todas as caçambas da categoria.


Ainda no departamento de boas idéias, a Hoggar também tem um degrau na caçamba para facilitar o transporte de cargas. Esse degrau apareceu originalmente na Montana, depois na nova Saveiro e agora no Hoggar. Qual a diferença entre eles? Na Peugeot os projetistas fizeram do limão uma limonada, das boas. Esse “buraco” na lateral, assim como qualquer saliência e protuberância, torna-se um agente complicador na aerodinâmica. No caso do degrau, gera uma área de baixa pressão, que foi aproveitada para “chupar” o ar da cabine. Essa solução, “patenteada” pela Peugeot, permite a ventilação da cabine sem abrir os vidros.


Falando em vidro, continua a inexplicável posição de abertura das janelas no console. Também tem pequenos pênaltis de ergonomia, como a trava para levantar o encosto e acessar o porta-objetos. É difícil encaixar a mão e puxar a trava quando o encosto está alinhado com a coluna central. Para liberar o freio de mão o motorista acaba batendo na alavanca de câmbio e o curso dos pedais, sobretudo do acelerador, é exageradamente longo. Em tempos de acelerador eletrônico isso não se justifica.


Só que a Peugeot fez um gol de placa ao criar uma cabine capaz de receber motoristas altos, colocando um teto bem alto (ou o banco bem baixo...). Para os baixos, a regulagem de altura do banco ajuda a encontrar a melhor posição. E para altos e baixos tem a regulagem de altura de volante também. Faltou a regulagem de distância do volante. A visibilidade é muito boa pelo vidro traseiro, que é corrediço em todas as versões.

Internamente são oferecidos vários padrões de acabamento, com apliques de plástico imitando alumínio escovado, pedais de alumínio e forração.

 

Como anda

Muito bem! A versão 1.4 Flex de 8 válvulas agrada no uso urbano, mesmo com a primeira marcha tão curta que só mesmo na subida e carregada para ser muito solicitada. A retomada de velocidade é lenta – em comparação com a 1.6 – mas surpreende pela boa aceleração.


O desempenho do 1.6 16V surpreende e pode ser equiparado aos 1.8 concorrentes. Graças aos recursos da eletrônica (injeção e ignição) o motor 16V consegue responder bem nas baixas rotações e tem uma retomada de velocidade rápida e linear. Fizemos várias simulações na subida de uma serra no litoral de Santa Catarina e o motor 1.6 é efetivamente do tamanho ideal para quem transportar carga por longos trajetos. A capacidade de carga da versão Escapade, curiosamente, é 10 kg menor do que a XR, isso porque o veículo é 79 kg mais pesado.


Já na descida da serra foi a hora de sentir falta, mesmo que no plano psicológico, dos freios anti-travamento, que não serão oferecidos nem opcionalmente. Durante o teste não observamos nenhuma deficiência nos freios, mesmo com a caçamba vazia, situação que normalmente desequilibra a frenagem dos picapes. Não tivemos a oportunidade de avaliar os modelos com carga na caçamba. Já as bolsas infláveis são opcionais apenas na Escapade, que cobra R$ 2.000 a mais.


O melhor dessas duas versões – não tivemos acesso à versão X-Line – é o nível de conforto. Realmente o motorista esquece a maior parte do tempo que está dirigindo um picape. No piso de calçamento da Lagoa da Conceição, em Florianópolis (SC), o Hoggar foi tão suave e silencioso quanto um carro “normal”.  Pode-se esperar um pouco menos de conforto na versão X-Line, uma vez que a maior capacidade de carga é de 742 kg e isso certamente exigiu uma recalibragem dos amortecedores traseiros.


Segundo a Peugeot, dessas 1.500 unidades por mês que pretende vender até o final do ano, 14% deve ser da versão X-Line, 60% da versão XR e 26% da versão Escapade. Para atrair ainda mais o público, a garantia de motor e câmbio foi estendida para 3 anos. Essa decisão não foi ampliada para outros modelos da linha.

 

Para ler o texto completo cique aqui.

 

publicado por motite às 22:26
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15 comentários:
De Irineu a 7 de Maio de 2010 às 23:45
"Aliás, falei isso pro presidente da Peugeot (não nesses termos, claro) e ficou maior saia justa na entrevista coletiva."

He he he

Precisamos levar adiante o projeto da produtora. A Queima Filmes.
De Ganhar Dinheiro na Internet a 8 de Maio de 2010 às 00:40
bem que maluqueira de blog!!! muito bom.
De Gustavo Oliveira a 8 de Maio de 2010 às 01:03
E ai Tite...

vc já se decidiu sobre a pick-up??? pelos comentários e por esta matéria também parece que a hoggar deixou de ser uma opção p/ vc...

pretende fechar alguma compra ou vai esperar mais um pouco... até o lançameto da Agile pick-up que deverá ser a pick-up com a caçamba mais alta do mundo....
De Toze a 8 de Maio de 2010 às 09:43
É francês, mas, não é chinês.
Pelo menos deve aguentar a vida toda (a sua, hehehe) até ir para o ferro-velho.
De Fernando a 8 de Maio de 2010 às 14:54
Tite: deixe de preconceito. Os carros franceses são muito bons. E quanto a este negócio de desvalorização, todo carro desvaloriza muito mesmo. Quando você for revender o carro, você terá usufruido dela muito mais que se tivesse comprando o concorrente que não te atende mas desvaloriza menos. Além disso, que eu saiba você não é vendedor de carro mesmo, então pode ficar com a picapezinha pelo menos uns 4 ou 5 anos sem se preocupar. Trocar de carro todo ano é coisa de gente que gosta de enriquecer os bancos e as concessionárias. Desejo bons negócios pra você, qualquer que seja sua escolha.
De motite a 10 de Maio de 2010 às 21:49
Fernando, aponte no texto, por favor, em qual trecho eu menciono que carros franceses são ruins? Não sou burro, sei o que é devalorização de bens móveis e imóveis.

Só que preconceito = idéia ou conceito difundido sem comprovação científica, empírica ou experimental. Já o CONCEITO é uma teoria formulada por meio de estudo, avaliação empírica ou científica. Quando escrevo que carros franceses desvalorizam quero dizer "mais do que o padrão do mercado", Dãããaã, não sou retardado de achar que carros não desvalorizam... Mas tb não sou idiota de comprar outro carro francês depois de viver a dura experiência de tentar vender um Renault em uma concessionária Renault e ouvir bobagens de um semi-analfabeto, barrigudo, vendedor criado nas bocas.

Das marcas "New-coming" que vieram depois de 1992, somente os carros da Honda seguem um padrão normal de desvalorização. As outras marcas são cheques sem fundo. Tente vender um Citroen Picasso, um Renault Clio, um Peugeot 206 e depois a gente volta a conversar.
De Tiago a 11 de Maio de 2010 às 11:58
auihuaihuiahuia
esta do vendedor foi ótima...

Mas Tite, talvez isso aconteceu pq vc tentou vender um Twingo (que é um dos carros mais feios do mundo!), que ninguem quer comprar.
Mas o problema dos vendedores é a falta de conhecimento, meu pai que é Cotech era muito recorrido pelos vendedores quando trabalhava na concessionária para ajudar os tiozinhos barricoformes a vender carros e ganhar a grana, sem passar nada para o meu pobre pai. E arrogancia tb...
De motite a 11 de Maio de 2010 às 21:54
Sim, o Twingo é feio, mas quando a Renault trouxe ao Brasil citou que foi lautamente premiado em concursos de design nazeuropa. vendedor é tudo the same chose: na hora de vender o carro é lindo, moderno, funcional, prático etc, mas qdo vc quer se livrar o carro é feio, importado, etc etc...
De Fernando a 14 de Maio de 2010 às 01:11
Tite:

Eu já vendi um Picasso e um 206. O Clio eu ainda tenho. Não vou ficar bravo com você pela sua resposta mal-humorada porque você é apenas um carcamano de meia idade que devia estar com fome quando leu o que eu escrevi. Mas depois que você mandar ver numa macarronada com bastante queijo e carne moída, talvez teu humor melhore e você perceba que eu falei em preconceito tentando ser "engraçadão" (vá lá, eu não consegui, admito) e você achou que eu estava te chamado de burro. Irei relevar, portanto. A propósito, aqui em Curitiba não é tão ruim assim vender carro da peugeot, citroen ou renault. Difícil aqui é vender carro ruim, ou seja, sem ar quente, desembaçador, placa que não comece com a letra A e que tenha mais do que 50 mil km. O paulistano, neste aspecto, é mais nojento que o curitibano, sobrevalorizando os carros da VW e da FIAT. Aqui, até pouco tempo, era de Fiat que o pessoal não gostava.
Por fim, você não tentou vender seu carro, pelo que eu entendi da história. Você tentou trocá-lo numa concessionária por outro. Se você entregar um carro com preço médio na FIPE de R$ 25 mil por R$ 14 mil na concessionária, no dia seguinte eles estarão anunciando o mesmo carro por R$ 26 mil. E quer saber? Sempre vai ter um tonto que comprará, e que depois entregará novamente por R$ 14 mil quando for trocar. É assim que as concessionárias trabalham: eles vivem de vender carro novo, não de comprar carro usado.
Se algum dia você quiser me vender um carro frances por um preço bem camarada, pode contar comigo. Abraço e mais uma vez, sucesso, seu carcamano mal-humorado.
De Angelo a 8 de Maio de 2010 às 17:33
Gostei da pickup ! Pena que o motor 1,6 só tem p/ a feiosa da Escade !! Será que alguem acha mesmo que fica mais bonito o carro cheio de apliques de plasticos ?
De Tiago a 10 de Maio de 2010 às 13:30
Pare de frescura homem! Compre logo uma Pampa 1.8 à alcool e seja feliz!
Não é francês e tem a caçamba grande.
De motite a 10 de Maio de 2010 às 21:51
ESTA é uma opção das mais tentadoras...
De Andreas a 10 de Maio de 2010 às 15:05
Pô Tite....haja indecisão hein. Deixa de frescura, se a picape te agradou pega logo ela...vc não vai vendê-la em 5 anos mesmo....e além disso, qualquer veículo desvaloriza.

Uma dúvida, existe alguma pick-up (usada) cabine dupla com caçamba que caiba moto que não seja um absurdo o preço?

Quando vc vai colocar as impressões da R1 como dito em algum dos seus posts anteriores? Tem previsão?

Uma última coisa, queria deixar aqui o endereço de um blog que atualizei que é do grupo escoteiro (Bororós) no qual sou chefe dos seniors (garotada de 15 a 18 anos) que participo. Como muitos que andam de moto, gostam de aventura, seus leitores podem ter filhos que gostariam de fazer aventuras e não conhecem o movimento escoteiro. Se entrarem no blog, podem sentir um pouco o que é o escotismo, e esão convidados a fazerem uma visita ao grupo:

o endereço do blog é: http://thomasbreslau.wordpress.com/

Tite, peço desculpas se isso não te agradou (fiz com boas intenções). Favor me avisar que não repitirei. Fiz apenas por ser uma atividade muito legal para jovens e sem fins lucrativos. Somos todos voluntários querendo deixar bons jovens para o mundo.

Grande abraço!
De motite a 10 de Maio de 2010 às 21:53
Pow, conheço bem o movimento dos escoteiros. Não fui escoteiro, mas conheço vários. Como escalador e praticante de atividade ao ar livre eu respeito a prática do escotismo. Se quiser aulas de escalada e rapel pode me chamar. Tem uma área própria oara cursos.
De Mauricio a 11 de Outubro de 2010 às 05:29
Tite,

Voce usou a mesma trena para medir a caçamba da Courier? O comprimento indicado por voce, no caso da Hoggar é de 1.677 mm, sendo 2 cm. menor que a Courier... porém toda a literatura que vejo sobre o comprimento da caçamba da Courier aponta para 1.816 mm, bem mais que os 2 cm, que inclusive a própria Peugeot divulga como diferença. Voce mediu as duas caçambas ou aceitou os 2 cm da Peugeot como válidos?

Abraço,
Maurício

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