Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009

Chuvas

Tudo molhado...

 

SÃO PAULO, 9 DE FEVEREIRO DE 2009! O dia seguinte da pior chuva que peguei em cima de uma moto. Entrou água até no... na... bom, em tudo que é orifício.

 

 

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Terça-feira, 4 de Novembro de 2008

Pilotagem na chuva - Parte II

 

(Pilotar na chuva já é difícil, mas pode piorar com a neblina... Foto:Tite) 

Chuva – Parte II (A parte 1 está AQUI). 
Uma das vantagens da moto como veículo sobre os automóveis são os pneus. Além de termos apenas dois pontos de contato, o formato do pneu é semelhante à uma lâmina, que corta a fina camada de água, dificultando muito a ocorrência de aquaplanagem. Além disso, quem se lembra das aulas de Física? Quanto menor a área, maior a pressão. Como a área de contato dos pneus com o solo é muito pequena, a pressão sobre o piso é maior, cortando a água. Mas isso depende basicamente da profundidade dos sulcos dos pneus! Os pneus dos carros sofrem mais facilmente a aquaplanagem porque são largos e retos e quanto maior a área, menor a pressão sobre o solo.

IMPORTANTE: existe um preconceito muito difundido sobre pneus na chuva. Muita gente esvazia um pouco os pneus para “melhorar a aderência”. Isso é uma tremenda bobagem, porque se os pneus estiverem murchos os sulcos se fecham e a drenagem de água é menor! Também não vá encher o pneu mais que o necessário. A calibragem original já prevê o uso no seco o no molhado. Outro erro é montar o pneu ao contrário do sentido de rotação, porque os sulcos são feitos para drenar a água no sentido correto de rotação, por isso tem uma seta nos pneus. E, idiotice maior, JAMAIS faça rodízio de pneus porque o pneu dianteiro é desenhado para CORTAR a camada de água e o traseiro para TRACIONAR. Se inverter a moto fica descontrolada na chuva.

Da mesma forma que os pneus têm importância vital na estabilidade da moto com piso molhado, a moto também pode ser preparada para rodar na chuva com mais segurança. Normalmente, a motocicleta tende a afundar de frente nas frenagens e de traseira nas acelerações. Para evitar este afundamento, a suspensão reage às forças que empurram a moto para baixo, empurrando de volta a moto para cima. É isto que garante a estabilidade quando o piso está seco. Mas na chuva, a reação deve ser mais suave para a moto não derrapar. A solução é regular tanto a suspensão traseira quanto a dianteira (e também o sistema antimergulhante, quando houver) na posição mais mole, assim a moto fica mais estável.
 
(Pilotar na chuva é mais difícil, mas não impossível senão não haveria corrida sob chuva. Foto: motogp.com)

Nas motos de corrida existem centenas de regulagens, que a deixam tão estável para dirigir na chuva, que o piloto praticamente pilota da mesma forma que no seco, mas com mais suavidade. Nas motos de passeio, essas regulagens são limitadas e, em alguns casos, difíceis de acessar, por isso nem sempre é possível interferir na moto.

Uma das grandes lições que a pista pode oferecer ao piloto de rua é a sensibilidade ao pilotar. Quando digo que a pilotagem não muda muito na chuva, não é para entrar numa curva de 180º, inclinando da mesma forma que faria se o piso estivesse seco. O que quero dizer é que a postura do piloto em cima da moto será a mesma e a distribuição de força na frenagem continuará igual. Porém, a sensibilidade é muito maior e os limites são muito menores.

Começando pela postura. O peso do piloto representa boa parte (35%) da massa formada pelo conjunto moto+piloto. Quando o piloto se desloca em cima da moto, está deslocando peso e alterando a estabilidade do conjunto. Na pista seca, o piloto deve utilizar as pedaleiras como forma de distribuir o peso, forçando as duas pedaleiras para baixo numa frenagem, por exemplo, para deslocar o peso mais para trás. Quando a moto está desacelerando (numa frenagem) a tendência é o peso ser deslocado para frente, que pode chegar até a 100%, caso a roda traseira saia do chão. Nas acelerações, o piloto deve inclinar o corpo para frente, para anular parte da transferência de peso para trás. Já nas curvas, o piloto apóia mais na pedaleira correspondente ao lado INTERNO da curva, inclinando o corpo para o mesmo lado, ajudando a moto a vencer a inércia. Isto tudo é válido para pista seca.

E na chuva? Aí este balé continua o mesmo, mas com uma diferença: a nova condição de atrito (menor) obriga o piloto a reduzir seus limites. Nas frenagens, ele vai continuar se deslocando para trás, mas a força aplicada nos comandos será, no começo da frenagem, cerca de 60% no freio dianteiro e 40% no traseiro. Conforme a moto se aproxima da curva, a força no freio dianteiro vai aumentando até chegar à mesma proporção que normalmente se usa no piso seco, ou seja, 80% no dianteiro e 20% no traseiro. Tudo com muito cuidado, como se tivesse um ovo cru colocado entre a manete de freio e a manopla.

Na hora de voltar a acelerar, do meio da curva em diante, quando o piso estiver molhado, o piloto deve fazer de forma mais gradual para a roda traseira não derrapar. Resumindo: na chuva, a frenagem é antecipada e a aceleração é atrasada em relação ao piso seco. O ideal é usar uma marcha acima do que usaria no seco. Se fosse fazer a curva em segunda, no piso molhado faça em terceira e assim por diante. E a distribuição de peso nas pedaleiras também se altera, com o piloto fazendo mais força na pedaleira EXTERNA da curva.

Uma informação importantíssima: no piso molhado, o coeficiente de atrito muda constantemente. Em um determinado ponto da rua pode haver uma poça d’água e a moto literalmente desliza. Para aumentar a segurança na rua, quando estiver chovendo, o motociclista precisa evitar andar no centro da rua (ou da faixa), porque é onde ficam as manchas de óleo provocadas pelos vazamentos nos motores de automóveis e caminhões. O melhor lugar é onde passam os pneus dos carros, porque além de ficar menos encharcado, não há tanto risco de pegar uma mancha de óleo.

Outra coisa que diminui o coeficiente de atrito drasticamente são as faixas pintadas no asfalto, que são muito lisas. Quando o motociclista trafega no trânsito, num corredor de automóveis, está correndo um sério risco, porque na hora de frear pode fazê-lo justamente quando o pneu estiver em cima da faixa e a derrapagem é quase certa. Os motociclistas geralmente nem entendem porque derraparam.

Também dever ser evitado o trecho do asfalto muito perto das sarjetas. Quando chove, a água levanta o óleo da pista e como não se misturam, a água carrega o óleo para a sarjeta, porque as ruas são levemente inclinadas justamente para a água escorrer pelos cantos.

Finalizando, a conduta do motociclista na chuva deve ser a mais suave possível. Quando o motociclista é pego pela chuva, geralmente fica tenso, nervoso, e é justamente nestas condições que se assusta mais facilmente, e tem reações bruscas, rápidas. Aí é que acontecem os erros.

Para evitar esta tensão, o motociclista deve se conformar que vai chegar ao seu destino completamente molhado e pilotar com mais calma, mesmo porque não faz a menor diferença tomar cinco minutos de chuva a 100 km/h ou 10 minutos a 50 km/h.

 

publicado por motite às 18:18
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Segunda-feira, 3 de Novembro de 2008

Pilotagem na chuva - Parte I

(Ah se minha moto aquaplanasse! Foto: www.motogp.com

Com o calor chegam as chuvas de verão, daquelas que molham até a alma! 

O céu fica repentinamente negro. As nuvens vão tomando todo espaço que horas atrás era um lindo azul celeste. Surgem os primeiros raios e aqueles enormes pingos de chuva que batem na pele como se fossem agulhas. Se­gundos depois, a acupuntura facial é total: está de­sabando o mundo sob sua cabeça. Um toró daqueles que duram o suficiente para ensopar o moto­ciclista até a cueca. Mais tarde, quando pára em um posto de gasolina abre a mochila para pegar uma muda de roupa seca e vem a surpresa: todas as roupas es­tão molhadas e não há nada seco para ves­tir.
Logo depois chega no mesmo posto um piloto equipado com abri­go de chuva, luvas e botas. Ele pára, abre a mochila, retira um saco plástico cheio de rou­pas e oferece uma malha seca ao ensopado colega. Além de uma nova amizade, o primeiro mo­tociclista ganhou uma lição que lhe será útil em todas as viagens que fizer a partir dessa experiência. Para começar, nada é mais bem-vindo na hora da chuva do que uma... capa de chuva, que pode ser um caro e sofisticado artigo importado, feito do mais moderno material interplanetário, ou uma prosaica, barata e simples capa de plástico. Como o motociclista pode en­contrar desde uma garoa fina até uma tempes­tade diluviana, é melhor estar bem preparado para tudo.
 
Antes da chuva
Motociclista prevenido sempre anda com um abrigo de chuva por perto, principalmente durante os períodos das chamadas estações chuvosas, que variam de acordo com cada região. Para aqueles que vão enfrentar es­trada durante o período de alto índice pluviométrico, podem se preparar antes mesmo de a chuva cair, começan­do pela forma de armazenar suas bagagens na mochila.            .
Existe um provérbio que diz “nunca coloque todos os ovos numa mesma cesta”. Se quiser ser mais conjuntural pode dizer “nunca invista todo seu dinheiro na bolsa de valores”. Porque se a cesta - e a bolsa - caírem você estará perdido. Ao preparar a bagagem deve-se separar diversos montes de roupas e colocá-las em vários sacos plásticos (como os de lixo). Depois ponha tudo dentro de um sa­co plástico maior. Desta forma, se houver um vazamento, é pouco provável que molhe todas as roupas. O mesmo vale para equipamento fotográfico, documentos, dinheiro, enfim tudo deve estar devidamente embrulhado. Uma boa idéia é usar aqueles práticos plásticos tipo Zip-Loc com fecho hermético para guardar documentos, máquina fotográfica e telefone celular. 
O motociclista pode se proteger utilizando os equipamentos especialmente criados para rodar na chuva, mas também comple­mentar quando souber antecipadamente que terá muita água pela frente. As extremidades do corpo são as que mais sofrem. Tem na­da pior do que a sensação de estar com as bo­tas completamente encharcadas, en­trar em uma churrascaria e ficar todo mundo olhan­do aquele ser vestido como se fosse uma imensa camisinha e fazen­do “chap-chap” enquanto caminha. As velhas ga­lochas de borracha são totalmente à prova d’água mas não protegem do frio nem de escoriações em acidentes. Aí vem um dos macetes adquiridos depois de muitas chuvas: antes de vestir as galochas recheie o interior com jornal. Aliás, o jornal também ser­ve para tampar eventuais vazamentos no abri­go (viu porque a Internet nunca vai substituir a mídia impressa?).
 
(É só uma chuvinha por cima...)
 
Outro macete é adotar as luvas de borracha, que as donas-de-casa (ou maridos bonzinhos) usam para lavar louças, por cima das luvas de couro. Estas luvas de borracha têm o punho mais longo e podem ser colocadas por cima do casaco para evitar a infiltração por dentro da manga.
 
 
(uma simples capa de chuva já ajuda. sim, este cabeludo sou eu mesmo em... 1983! Foto: Ray Knowles)
 
Em viagens, com ou sem chuva, o capace­te integral (fechado) é sempre mais aconselhá­vel, mas quando há chuva, a viseira costuma embaçar por dentro e a névoa de água espir­rada dos outros veículos suja por fora. Já existem produtos anti-embaçantes para passar por dentro da viseira, enquanto na parte de fora pode-se passar um lustra-móveis. Mas note que eu escrevi LUSTRA MÓVEIS e não óleo de peroba como alguns doidos varridos entenderam e saíram divulgando. O lustra móveis deve ser aplicado e retirado com algodão. A viseira ficará tão polida que a água não mais acumulará.
 
Pilotagem
A água é o mais antigo redutor de atrito que a Humanidade conhece. Por isso nos dias de chuva aumentam muito os acidentes de trânsito. Antes de mais nada, convém lembrar de que os primeiros minutos de chuva são os mais perigosos, porque a água se mistura com a terra, óleo e todo tipo de detrito que está no piso, formando uma pasta muito escorregadia. Depois de uma boa tempesta­de, o asfalto fica lavado e a aderência melho­ra. 
Na cidade existem algumas armadilhas escondidas sob a água. Por exemplo, os córregos que foram canalizados, e que depois de uma chuva forte transbordam, arrancando as tampas de bueiros e “bocas de lobo”. Sempre que o motociclista encontrar uma avenida co­berta de água, mesmo que de baixa profun­didade, convém mudar de caminho, ou espe­rar a água escoar um pouco, para evitar uma surpresa desagradável de sentir o chão sumir sob a roda dianteira. 
Um local que exige pilotagem cuidadosa é o pavimento de paralelepípedo, porque acumu­la muita terra entre as pedras, que já são na­turalmente escorregadias. O perigo aumenta nas subidas e descidas, e quando não for pos­sível evitar uma daquelas pirambeiras ensa­boadas, existe a opção de recorrer àquele espaço entre o asfalto e a sarjeta, se for de cimento, mas em veloci­dade bem reduzida. Eu já tive de fazer isso para descer uma terrível pirambeira no bairro da Pompéia, em São Paulo. 
Andando no trânsito, o motociclista precisa ficar duplamente atento aos carros que vão à frente e os que vêm de trás. Lembre-se que os espaços de frenagem aumentam em dobro no piso está molhado. Para os motociclistas urbanos uma dica extra: quando parar sob via­dutos, esperando a chuva passar, fique em ci­ma da calçada e nunca na rua, porque na chu­va a visibilidade diminui não apenas para os motociclistas, mas para os motoristas também. 
Na estrada existe a vantagem (ou desvan­tagem) de se perceber a chuva com uma cer­ta antecedência. O tempo vai ser diretamente relacionado com a direção em que o motoci­clista roda, se contra ou a favor das nuvens ne­gras. Pelo menos dá para se preparar para a tromba. A informação sobre os primeiros minutos de chuva também vale na estrada, que ainda tem o agravante de ser mais oleosa por causa da grande quantidade de caminhões e ônibus vazando óleo do motor. 
Para assegurar que a moto não sofrerá a aquaplanagem, ou seja, os sulcos dos pneus não são suficientes para deslocar a camada de água que existe sobre o asfalto, o motoci­clista deve trafegar em baixa velocidade e es­colher o lugar da pista onde passam os pneus dos carros, que geralmente tem menos água acumulada. Sempre guardando uma distância segura do veículo que vai à frente. 
Evidentemente os pneus devem estar em bom estado para quebrar a camada de água do piso. Para saber se os pneus estão cumprin­do o seu importante papel, evitando a aquapla­nagem. o motociclista pode consultar pelos es­pelhos retrovisores se aparece nitidamente a marca dos pneus no chão. Se houver interrup­ções, é sinal de que a moto está passando da velocidade segura.
 
Quando a terra vira lama
De repente, o asfalto acaba e aquela estrada de terra, transformou­-se em um imenso lamaçal. Se a moto for trail, o mo­tociclista está tranqüilo, mas se for street, o baião vai ser dureza.
 
 
(melhor do que resgatar matérias de 1983 é achar as fotos! Repare na Turuna sem o pára-lama dianteiro! Foto: Ray Knowles)
 
Para começar, os pára-lamas das motos street não foram dimensionados para supor­tar uma quantidade muito grande de barro, por­tanto a viagem será demorada porque o moto­ciclista terá que parar várias vezes para reti­rar a lama com um pedaço de pau. Ou então, retirar de uma vez o pára-lama dianteiro (que acumula mais lama) e enfrentar o barro bem devagar. 
A pilotagem na lama exige a delicadeza de um neurocirurgião e a calma de professor de cursinho. Deve-se evitar as frenagens e acelerações bruscas, e para fazer curvas e reco­mendável esticar a perna para o lado interno da curva para segurar possíveis derrapagens. 
Normalmente, em caso de chuvas fortes nas estradas de terra, formam-se enormes poças d'água, que podem esconder as mais variadas surpresas, desde um piso mais escorregadio do que o da estrada, até um enorme tronco de árvore ou um buraco escondido pela água. Quando se deparar com uma poça onde não seja possível ver o fundo, o mais segu­ro é descer da moto, dobrar a barra da calça e sondar o terreno com um galho de árvore.
 
(muito cuidado nas poças de lama! O cara da CG branca sou eu! foto: Ray Knowles)
 
Chuva noturna
Quando a chuva parece já estar aborrecen­do o suficiente, a noite cai e o motociclista des­cobre que nada é tão ruim que não pode piorar. Para começar, a visibilidade diminui mais ainda e a velocidade de cruzeiro deve ser me­nor. Para quem estiver com moto equipada com pisca-alerta, uma advertência/ameaça: por mais escuro que esteja, JAMAIS, NUNCA tra­fegue com o pisca-alerta ligado. Além de ser ilegal, os motoristas que vêm atrás podem achar que a moto está parada e provocar uma mudança de direção desnecessária e perigo­sa, já que normalmente os veículos parados em estradas devem estar no acostamento. 
Agora, se a chuva e a escuridão estiverem aborrecendo demais, pode ser que o motociclista passe por uma região serrana e encontre neblina, para trazer um pouco mais de aborrecimento (viu como tudo pode piorar?). Neste caso, o motociclista deve re­sistir à tentação e utilizar somente o farol baixo, porque o farol alto espalha o facho luminoso e provoca um véu branco, diminuindo e atrapalhando a visão da estrada. 
O melhor caminho a seguir é reduzir ainda mais a velocidade e procurar seguir as faixas limitadoras da estrada, se houver, sempre pelo lado direito da pista. 
Existem motociclistas que depois de passarem por estas situações não podem nem ou­vir falar em viajar com chuva, mas a cada nova experiência, que nem sempre é tão agradável, o motociclista passa a conhecer cada vez mais as suas possibilidades e limitações como piloto, além de conhecer ainda mais o seu veículo de duas rodas. São estas experiências que levam o motociclista a encarar uma viagem ou passeio de moto com mais segu­rança. A segurança de quem dificilmente será pego de surpresa por uma situação desco­nhecida.
LEIA A PARTE DOIS CLICANDO AQUI.
publicado por motite às 19:50
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