Sábado, 11 de Janeiro de 2014

A virtude pode estar no meio

 

CB 500 pode ser a resposta para um bom meio-termo!

 

Como escolher entre três degraus de modelos da Honda?

 

Está cada vez mais difícil escolher uma moto nova. A Honda lançou a linha 500, com três modelos – a naked F, a esportiva e a crossover X – para preencher a lacuna que existia entre a faixa de 300 a 600cc. Com isso, diminuiu-se um degrau para quem quer subir de categoria e, mais ainda, incluiu-se uma opção que pode ser também a porta de entrada para novos motociclistas, ou velhos que decidiram voltar ao mundo das duas rodas.

 

A idéia desse post não é testar nenhum modelo, apenas funcionar como um guia para quem está em dúvida entre os três modelos da Honda, que funcionam como uma "escadinha" natural para quem quer subir de categoria. Também não perca seu precioso tempo pra escrever "por mais R$ 5.000 eu compro uma moto maior", ou "pow por essa grana eu compro uma 1.000cc de 2007", porque isso é coisa de CHATO, uma vez que esse artigo tem o objetivo de mostrar ESTES TRÊS MODELOS, e não toda produção brasileira de motos desde 2001!

 

Até algum tempo atrás, para o dono de uma moto na faixa de 250 a 300cc passar para a categoria maior, era preciso investir quase três vezes mais do que o valor da moto atual. Além de tirar de cena muitos dos que recorrem a financiamento, porque a prestação poderia passar o limite de crédito aprovado. Restava como opção os modelos usados, mas que tem uma restrição ainda maior à aprovação do crédito, além de juros mais altos.

 

Com a chegada da linha CB 500, o degrau ficou menor, mais do que isso, trouxe ao mercado a opção de ficar no meio do caminho entre a pequena e a grande. Como diziam os gregos,  in medium virtus stat, ou “a virtude está no meio”, em latim. Durante um test-ride realizado durante meu curso SpeedMaster, com ajuda da Remaza, cheguei a ouvir um motociclista dizer textualmente, logo após descer da moto: "eu estava na pilha para comprar uma Hornet, agora vou decidir pela CB 500 porque é mais leve e tem tudo que eu preciso". Veja alguns dados comparativos entre os três modelos.

 

Começando pelo preço** de aquisição: a CB 300R tem seu preço de tabela, base Estado de São Paulo e sem frete e seguro, de R$ 12.040 sem ABS e R$ 13.740 com ABS. Tomando como base a versão com ABS, se o comprador der 50% de entrada e financiar o saldo em 24 meses, o valor da parcela fica em torno de R$ 420,00.

 

Se a ideia é passar pra a categoria 500, com preço de R$ 23.500 (com ABS) é perfeitamente possível usar uma moto 250 ou 300 de entrada, que represente ao menos 50% do valor, já que as parcelas em 24 meses passariam para um valor próximo a R$ 600.

 

Mas no caso da Hornet, vendida a R$ 35.300 (com ABS) 50% corresponde a R$ 17.495, já bem acima do valor de uma moto 250/300cc usada. Além disso, a prestação - em 24 meses - passaria para cerca de R$ 950,00.

 

O salto da categoria 250/300 para a 500 é bem mais suave do que para 600, e isso levando em consideração não apenas o preço da moto, mas também a manutenção, seguro, licenciamento, impostos e outros.

 

Também a título de comparação, se usarmos como base a cesta de peças, que são os 10 componentes mais comuns de desgaste nos primeiros 10.000 km e alguns itens de avaria em uma eventual queda, o pacote da CBR 300R equivale a R$ 970,00. Já no caso da CB 500 esse pacote sobe para R$ 1.793 e dispara para R$ 2.615 na Hornet 600. É preciso pensar também neste custo antes de dar o passo rumo à moto maior.

 

 

Honda CB 600F Hornet: sonho de consumo.

 

Desempenho & conforto

Claro que nem tudo é grana! Às vezes vejo motociclistas fazendo escolhas erradas por pura falta de esclarecimento. Hoje sabe-se que a maioria dos donos de motos da categoria 600 não usa a moto como meio de transporte diário, muito menos como meio de vida, mas na faixa de 250/300cc isso é bastante comum. Dados de pesquisa de mercado revelam que 99% dos compradores de moto da categoria 250/300cc usam a moto como meio de transporte, número que cai para 77% no caso da categoria 600. A mesma pesquisa mostra que apenas 29% dos donos de motos na faixa de 600cc usam a moto diariamente, enquanto 83% dos usuários de motos entre 250 e 300cc usam a moto todos os dias, inclusive nos fins de semana.

 

Então, o salto de uma 300 para a 600 pode funcionar muito bem para quem tem a moto como uma fonte de lazer e não uma ferramenta de trabalho, até porque, como vimos, a manutenção de uma Hornet é mais cara do que a de uma CB 300R.

 

Por outro lado, os donos de motos na faixa de 250/300cc deixam de pegar estrada com receio da falta de desempenho, ou mesmo porque a moto não aceita tão naturalmente o acréscimo do passageiro. A opção pela moto maior pode ser a resposta para melhorar o conforto na viagem, embora volte a questão do custo de manutenção e naturalmente o maior consumo do motor de quatro cilindros da Hornet.

 

Mais uma vez é aí que entra o meio termo. Com uma moto mais leve, de potência mais fácil de administrar, versátil e de baixo consumo - além do custo de manutenção menor - a CB 500 pode ser uma espécie de coringa, porque tem a “usabilidade” da 300, com o conforto de uma 600. Vamos analisar mais alguns números.

 

A CB 300 tem motor de um cilindro, que desenvolve 26,5cv com gasolina e o consumo médio é de 26,5 km/litro*. O motor quatro cilindros da Hornet tem quase quatro vezes mais potência, com 102cv e consumo médio de 18 km/litro* (embora eu já tenha feito 20 km/litro sem esforço). Já a CB 500 tem o motor de dois cilindros surpreendentemente econômico, capaz de fazer médias de 26 km/litro* com quase o dobro da potência da CB 300: 50,4 cv. Mais do que isso, em uma situação de estrada, com velocidade de 80 km/h, a Hornet mantém 4.000 RPM, uma faixa de rotação mais baixa, o que reduz tanto o ruído quanto a vibração. Já na CB 300R, a 80 km/h, ela está com o motor a 5.000 rotações. Curiosamente, a CB 500 com o câmbio de seis marchas revela os mesmos 4.000 RPM para se manter a velocidade de 80 km/h. É a potência combinada com a economia.

 

Pensando em uma moto para uso tanto na cidade, quanto na estrada a resposta aparece mais uma vez no meio-termo, representado pela CB 500: ela tem ótima maneabilidade no trânsito urbano, permite se deslocar com eficiência e economia no percurso diário como se fosse uma moto menor, mas também cumpre um bom papel na estrada, tanto em desempenho quanto conforto.

 

 

Honda CB 300, uma boa moto para começar

 

Segurança

Uma das grandes dificuldades enfrentadas na hora de escolher a moto adequada é ser capaz de dimensionar o peso e a potência com a experiência e habilidade do novo motociclista. A sabedoria popular já nos ensina que não se deve dar o passo maior do que a perna, senão podemos tropeçar. Com a moto o princípio é o da "escadinha": começando por um veículo leve e com potência fácil de administrar, passando para os maiores conforme aumenta a experiência do piloto.

 

Mas também é comum ver "marinheiros de primeira viagem" querendo partir de cara para uma moto grande. No Brasil não existe a progressão de patente para habilitação de motos, como alguns países da Europa. Aqui, o motociclista pode se habilitar em uma pequena moto de 150cc e já comprar de cara uma 600cc. Ele pode, mas não é recomendável.

 

Da mesma forma, por questão de poder aquisitivo, muita gente começa por uma moto de 150cc, mas costuma enfrentar longos trajetos por estradas ou levar acompanhante na garupa. Uma moto de 300cc seria mais adequada, porque é apenas um pouco mais pesada do que uma 150cc, porém com pneus mais largos, suspensão mais confortável e freios mais potentes. Ou seja, moto maior também pode ser sinônimo de segurança, quando bem administrada.

 

Ter uma moto de 600cc e 102 cavalos poderia até assustar os menos experientes, mas se o processo de amadurecimento for gradual isso não representará um susto – pelo contrário, em algumas situações, dispor de mais potência pode até ajudar.

 

Até em termos de dimensões e peso os três modelos não são tão diferentes. Começar pela CB 300R é uma boa porque ela tem apenas 151 kg (com ABS) e usa o pneu traseiro na medida 140, o que dá boa segurança nas condições de cidade e estrada. O tanque de 18 litros permite uma autonomia média de 470km*. Já a Hornet é mais pesada, com 193kg (com ABS), pneu traseiro na medida 180 e a autonomia média é de 345km* para o tanque de 19 litros. Quem sair da CB 300R e optar pela CB 500 não notará tanto o aumento de peso, já que a diferença é de apenas 29kg a mais para 500, que conta ainda com pneu traseiro um pouco mais largo, na medida 160, e autonomia média de 410 km* para o tanque de 15,7 litros.

 

E quando a experiência já é bastante, mas ainda assim uma moto com mais de 100 cavalos parece grande demais? De novo a resposta vem no meio-termo, representado por uma moto de 500cc, 50 cavalos, que é versátil para administrar a potência e segura para enfrentar situações de estrada.

 

Como se vê, a chegada da linha CB 500 pode ser a resposta para aquela pergunta feita lá no começo: qual moto comprar? Com o conforto e segurança de uma 600 mais a economia de uma 300, ela pode ser a “metade da laranja” que muita gente procurava no mundo das duas rodas.

 

Tabela Comparativa

 

Modelos            CB 300R             CB 500F                     CB 600F Hornet

 

Motor               um cilindro        dois cilindros             quatro cilindros

 

Potência           26,5cv                50,4cv                     102cv

 

Consumo*        26,5km/l             26,0 km/l                  18 km/l

 

Peso                151kg (ABS)       180kg (ABS)             193kg (ABS)

 

Altura               1.040mm           1.060mm                 1.074mm

 

Pneu traseiro     140/70              160/60                     180/55

 

Transmissão      5 marchas         6 marchas                 6 marchas

 

Tanque             18 litros            15,7 litros                  19 litros

 

Autonomia*       470km              410km                      345km

 

Cesta peças**    R$ 966            R$ 1.793                  R$ 2.615

 

Preço**          R$ 13.740(ABS) R$23.500(ABS)     R$ 35.300(ABS)                                    

 

* Dados de testes realizados por revistas especializadas. Autonomia média (com 10% de margem de segurança)

**preços públicos sugeridos base dezembro/13. Preço público sugerido base Estado de São Paulo, sem frete e seguro

 

publicado por motite às 23:20
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Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

Nova CB 300 com Dual ABS

(muita atenção nas curvas! Foto: Caio Mattos)

 

Honda apresenta cinco novos modelos para 2010, com destaque para as 300 com freio ABS

 

Nada de muito surpreendente na linha 2010 da Honda no Brasil. Foram apresentados cinco modelos: a CG 150 Fan, que aposentou de vez a 125cc da família CG; a CG 150 Titan Mix cheia de equipamentos; a Bros 150 Mix, uma “flexilização” da recém apresentada Bros 150 e a XRE 300 e CB 300 equipadas com freio combinado e ABS. Estas duas foram o foco da avaliação para o BCWS.

 

Combinado para frear

 

Ao contrário do que muita gente divulga, o sistema de freio anti-travamento, ABS surgiu nos trens e não no avião. Imagine a dificuldade que é frear um veículo pesado com um baixíssimo coeficiente de aderência entre as rodas e a pista de rodagem! A necessidade de um sistema que evitasse o travamento fez surgir o ABS no transporte ferroviário.

 

Em seguida foi a vez da aviação. O grande responsável pela frenagem dos aviões pesados é o sistema chamado de reverso. Mesmo assim, sobra muito trabalho para os freios das rodas no momento de aterrissar e taxiar. Nos dias de chuva ou neve esses freios representavam uma grande chance de derrapagem. Foi só nos anos 80 que a BMW começou a estudar o sistema para carros e motos e lançou comercialmente em motos.

 

Os primeiros ABS eram grandes e lentos que só funcionavam em piso muito regular. A maior conquista desse sistema veio com a miniaturização dos sistemas eletrônicos e do aumento exponencial da velocidade de processamento dos microprocessadores.

 

A produção em escala e a simplificação do sistema permitiu o ABS chegar em motos menos sofisticadas e agora, em produtos de baixa cilindrada, produzida aqui mesmo, no Brasil.

 

Para equipar a CB 300 com ABS foi preciso projetar o disco dianteiro com uma pinça de três pistões e acrescentar o disco no freio traseiro. Agora aqueles malas que falaram “ah, mas que droga a CB 300 saiu com freio traseiro a tambor” terão de engolir o xororô.

 

Peguei a moto e fui para uma pista asfaltada onde a Honda realiza os testes. Usando as marcações no asfalto como referência fiz várias frenagens a 80 km/h com a CB 300 2010. Depois pedi a CB 300 sem ABS e repeti a experiência. Levei um susto com a “normal” pelo aumento substancial no espaço de frenagem, na ordem de 20%, mas também pela dificuldade em frear sem travar a roda traseira.

 

No sistema combinado+ABS fiz de tudo para travar a roda traseira sem sucesso. No sistema convencional fiz de tudo para NÃO travar e também foi um fracasso, porque parece que desaprendi a pilotar!!!

 

Uma das minhas cismas com relação ao ABS da BMW é o efeito de retorno da manete e do pedal quando freamos sobre alguma irregularidade. Fiz essa experiência dezenas de vezes com a CB 300 e a sensação de retorno é tão ínfima que posso afirmar ser mesmo desprezível.

 

Porém um efeito colateral me preocupa. Em motos não se pode acionar o freio dianteiro no meio da curva porque a moto apresenta a tendência a levantar e seguir reto. Pra isso deve-se usar o freio traseiro nas curvas. Mas no caso do freio combinado ao acionar o freio traseiro o dianteiro também atua. É bem notável a tendência de a moto levantar no meio da curva. Essa característica já me causou um susto porque quase destruí uma BMW em plena rodovia Fernão Dias ao acionar o freio traseiro no meio da curva.

 

Uma forma de contornar esse efeito é estar previamente esperto e “trazer” a moto com força para o interior da curva enquanto estiver freando. Mas muita gente será pega de surpresa no começo.

 

A justificativa pelo uso do freio combinado é a falta de preparo dos motociclistas. A maioria usa apenas o freio traseiro porque é assim que os instrutores de moto-escola ensinam. Pior: em SP se um candidato usa o freio dianteiro durante o exame prático para habilitação é reprovado!!!

(Vai, raspa o joelho, raspa!!! Foto: Caio Mattos)

 

Ainda não tive acesso a CB 300 para teste completo, mas pelo que vi publicado na imprensa especializada, os números de consumo e desempenho não são tão mais empolgantes do que em comparação com a extinta Twister 250. A injeção eletrônica e o aumento na capacidade volumétrica do motor deram um incremento muito bom nos números de retomada de velocidade e aceleração. A velocidade final ficou na faixa de 140 km/h e o consumo na casa de 21.5 km/litro.

 

Não se espante se estes números são quase os mesmos da velha CBX 200 Strada, mas é isso mesmo: a feroz restrição às emissões de poluentes e ruído fizeram os motores modernos perderem muito em termos de velocidade. Em compensação hoje em dia você pode ligar uma CB 300 dentro de um ambiente fechado, mas não pode fumar cigarro!

(Valeu, SBK, o equipamento saiu bonito na foto. Foto: Caio Mattos)

 

O sistema de frenagem combinada funciona assim: quando o piloto aciona apenas o freio traseiro entram em ação o pistão único da pinça traseira e um dos três pistões da pinça dianteira. Quando aciona o freio dianteiro e traseiro são comandados os três pistões da pinça dianteira e o pistão traseiro. Mas quando o piloto usa apenas a manete do freio dianteiro não atua no freio traseiro.

 

O preço anunciado para a CB 300 com Dual CBS foi de R$ 13.990

 

As outras

Ainda neste mesmo evento foram apresentados três novos produtos para completar a linha 2010. A Honda CG 150 Fan ESi é um produto destinado ao frotista e profissionais. A grande modificação está no motor que passou de 124,7cc para 149,2cc, equipado com injeção eletrônica, jogando a potência de 11,6 para 14,2, um incremento de 22,5%! O tanque de gasolina passou de 15,1 para 16,1 litros de capacidade. Um detalhe de conforto é a pedaleira da garupa fixada no quadro fixo.

 

Só não dá para entender por que não veio também na versão Mix, uma vez que o outro lançamento foi a CG 150 Titan EX Mix, com a tecnologia de combustível misturado gasolina/álcool. A exemplo da Titan Mix, também não é recomendado uso 100% de álcool, mas sempre ter um “respiro” de gasolina para facilitar as partidas a frio, já que não conta com nenhum sistema de ajuda na partida em baixa temperatura (abaixo de 15ºC). O preço anunciado da CG 150 Fan Esi foi de R$ 6.190.

 

Com roda de liga leve, freio dianteiro a disco e detalhes de acabamento, a CG 150 Titan EX Mix se tornou uma espécie de substituta da descontinuada CG 150 Sport. Ainda acho que ficou faltando um conta-giros para dar um pouco mais de estilo à veterana CG. Os preços da CGTitan Mix são R$ 6.326 (KS), R$ 6.780 (ES) e R$ 7.265 (EX).

 

Para 2010 a Bros 150 agora é oferecida também com o motor mix, que aceita o coquetel de gasolina e álcool. O grande apelo desse modelo continua sendo a versatilidade da roda dianteira de 19 polegadas, o conforto do banco largo e agora a cor laranja bem mais moderna. O preço da Bros não foi veiculado porque a comercialização começará apenas em novembro.

 

A título de curiosidade, o modelo Biz ganhou uma versão cor de rosa para atender o público feminino, que hoje responde por 68% das vendas de Biz em todo Brasil.

 

Como sempre, cores, ficha técnica, preço e outros nheco-nhecos vc acha aqui.

 

publicado por motite às 17:37
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Quarta-feira, 13 de Maio de 2009

Fim do mistério

(CB 300 ou Hornetinha???)

 

Acabou o mistério. Depois de quase um ano de especulações sobre as novas Twister e Tornado a Honda anunciou para amanhã (quinta-feira) a apresentação das novas Honda CB 300 e XRE 300. Ou seja, morreram as denominações Twister e Tornado.

 

E olha que cosita: a CB 300 é exatamente aquela da famosa foto de uma certa moto dentro de uma caixa de madeira que circula pela internet há vários meses.

 

(Então essa foto era verdadeira...)

 

Pelo que se vê na foto, o motor é o mesmo OHC de quatro válvulas, mas aumentado para 300cc e alimentado por injeção eletrônica. Belas rodas de liga leve no estilo "Comstar" (essa é velha...) no mesmo desenho da primeira Honda CB 400 brasileira.

 

Já a XRE 300 deve chegar com um visual misto entre a Tornado e a Falcon. Basta olhar para a Transalp pra imaginar como será. Todo esse mistéria terminará amanhã! Vamos ver se consigo surrupiar uma foto de algum concessionário bonzinho!

 

 

publicado por motite às 16:00
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