Terça-feira, 20 de Julho de 2010

Mercado maduro

 

Mercado aberto

 

Desde a minha adolescência motociclística ficava imaginando quando o mercado brasileiro chegaria ao nível do italiano, com centenas de opções de motos, scooters e ciclomotores. Isso foi lá em 1972! Passamos por momentos de crescimento discreto, vários planos econômicos doidões, crises catastróficas e hoje, 36 anos após a implantação da primeira fábrica brasileira de motos, a Yamaha, parece que chegamos naquele meu sonhado futuro.

 

Passei pelos mais importantes momentos do mercado brasileiro de motos:

 

1) A nossa fase pré-industrial, quando as motos eram importadas livremente e o volume era muito pequeno. A maioria usava motos para lazer e turismo, já que o trânsito (ainda) não era tão caótico nos anos 1970.


2) A fase industrial e fechamento dos portos. Parece uma grande conspiração cósmica, mas quando fiz 16 anos, já de olho nas motos maiores como as desejáveis CB 750 Four, o governo (ainda sob a direção militar) decidiu proibir uma enorme lista de artigos considerados supérfluos, como forma de incentivar a indústria nacional e, por sorte, eu já tinha uma CB 400 Four que passaria muito tempo na minha mão, por não ter uma substituta à altura. Foi nesta época que a Yamaha começou a produzir em Guarulhos, SP e dois anos depois a Honda montaria uma unidade na Zona Franca de Manaus, AM.


3) Logo após a inauguração das duas fábricas, entramos na fase das cinquentinhas e 125cc e o mercado brasileiro descobriu a moto como meio de transporte econômico, rápido e eficiente. No começo dos anos 1980 o mercado brasileiro já dava mostras de um enorme potencial, caminhando facilmente para a cifra de 100.000 motos por ano. Até que em 1981 a Honda lançou a CB 400, nossa maior moto feita aqui. Seis anos depois chegou a Honda CBX 750F parecia que entraríamos no primeiro mundo motociclístico.


4) Mesmo sendo impichado em praça pública, o collorido Fernandinho nos libertou das carroças ao abrir os portos para veículos, no começo dos anos 1990 e vimos descer nos portos de Santos e Paranaguá motos impensáveis como Kawasaki Ninja, Honda CBR, Suzuki GSX, Yamaha FZ, BMW e a demanda reprimida fez alguns desesperados pagaram até US$ 100.000 por uma dessas motos! Nunca antes na história deste País poucos importadores ganharam tanto dinheiro.


5) Esta festa dos importadores começou a fazer água poucos anos depois quando as grandes marcas passaram a trazer seus produtos diretamente, sem intermediadores.


6) Finalmente chegamos no século 21 e o mercado nacional passou a casa das 100.000 motos por mês, as motos deixaram de ser essencialmente objeto de lazer e virou meio de vida, as marchas chinesas chegaram e caminhamos a passos largos para atingirmos o terceiro lugar no ranking de países fabricantes, perdendo apenas para China e Índia.

 

Na última reunião da Abraciclo – associação que reúne os fabricantes de moto e bicicleta – vimos que a pequena “marola” que atingiu o mercado brasileiro no final de 2009 já ficou no passado. Em 2010 deveremos chegar a 1,8 milhão de motos produzidas (sem contar as importadas por empresas não associadas) para um mercado com potencial para absorver quatro milhões de moto por ano. Ou seja, ainda temos uma procura maior do que a oferta e o gargalo está basicamente na capacidade produtiva das montadoras.

 

Bom, esse papo é chato pacas, parece aquelas matérias do falecido jornal Gazeta Mercantil, por isso vamos às curiosidades reveladas na última apresentação da Abraciclo, lembrando que são dados de venda no atacado, ou seja, da fábrica para os concessionários:

 

a) A moto mais vendida no Brasil no primeiro semestre de 2010 foi a Honda CG 125 Fan, com a cifra de 207.245 unidades.

b) A menos vendida foi a Sundown Motard 125, com apenas UMA unidade faturada nos seis meses.

c)  A briga entre os scooters está quente, com 7.832 unidades do Suzuki* Burgman 125 contra 7.621 unidades da Honda Lead.

d) Entre os associados da Abraciclo, o ranking mostra a Honda no primeiro lugar, depois vem Yamaha, Suzuki*, Dafra, Traxx, Kasinski, Sundown, Kawasaki e Harley-Davidson.

e) A Buell ainda aparecia nos dados da associação, com 14 unidades faturadas em 2010.

f)  Apenas DUAS Triumph Daytona 675 foi faturada neste período, o que pressupõe que estas que estão à venda são do um grande estoque.

g)  A Honda menos vendida neste período foi a Shadow 750

h)  A Yamaha mais vendida foi a Factor 125 e a menos vendida foi a Fazer 600 S, com 200 unidades. Surpreendentemente, a segunda mais vendida da marca é a Fazer 250 (uma moto que acho perfeita para uso na cidade), com 17.964 unidades. É a 250cc mais vendida do mercado.

i) Foram emplacadas UMA Suzuki GSX 750F nestes seis meses de 2010 e cinco Katana 125 (que deveriam estar escondidas em alguma garagem...)

j) A Kawasaki Ninja 250 está indo de vento em popa, com 2.290 unidades faturadas no período, contra 2.114 Kasinski Comet (GT-R + GT).

k) O motociclista brasileiro ainda não dá importância ao freio anti travamento (ABS). A Honda CB 300 com ABS só chegou a 3.982 unidades, contra 37.844 sem ABS.

l) Chega porque o alfabeto está acabando...

 

Olhando para estes dados, mais ainda, para a tabela de preços das revistas especializadas, que trazem as marcas não-associadas, posso confessar aliviado que finalmente chegamos à maturidade que eu sonhava aos 12 anos de idade. Hoje está cada vez mais difícil escolher uma moto.

 

Só na categoria 600~750cc são tantas opções que admito ser incapaz de apontar qual é a melhor compra. Acho mesmo que é o segmento mais concorrido, com modelos esportivos, nakeds, trail, touring e até a esquisita Kawasaki Versys sem uma categoria definida. E se estendermos esta faixa até 800 cc ainda complica mais.

 

Confesso que toda vez que alguém faz aquela famosa pergunta “qual moto compro na faixa 600~750?” fico desesperado, porque são tantas opções que só mesmo experimentando todas elas para decidir. E olha que tem as Kasinski Comet e Mirage 650, dois misteriosos e interessantes produtos que a gente só vê na tabela da Abraciclo. Já pilotei as duas e são produtos bem válidos, desde que a marca obedeça um preço sensato e não a sandice que estavam praticando na época do Abrahão Kasinsky.

 

E vamos torcer para que a briga não pare por aí. Sabe-se que muitas marcas estão de olho no mercado brasileiro, na certeza de chegar na cifra de 8 milhões de unidades/ano até 2020 como prevê o novo presidente da Abraciclo, Jaime Matsui. Amém!

 

(*) Os dados da Suzuki são de EMPLACAMENTO, já que a empresa só fornecerá os dados oficiais a partir de julho.

publicado por motite às 01:56
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Quinta-feira, 8 de Julho de 2010

Fala, Presidente!

 

Entrevista com JAIME TERUO MATSUI – presidente da ABRACICLO

 

O que muda na entidade com a sua entrada? - Daremos prosseguimento ao fortalecimento da imagem da entidade e representaremos da melhor forma possível os interesses do Setor de Duas Rodas. A gestão de Paulo Takeuchi foi muito equilibrada, rica em realizações e cercada de consenso dos associados. Daremos continuidade aos trabalhos de sua gestão e buscaremos recuperar as perdas do período de crise para alcançar um crescimento gradativo e constante.

 

O senhor acredita que poderá presenciar um trânsito com menos acidentes envolvendo motociclistas? - Acredito que com muito trabalho e ações de conscientização, tanto por parte do governo e de entidades como também, da mídia, possamos alcançar maior equilíbrio e respeito nas ruas. Tanto motoristas quanto motociclistas devem avaliar suas posturas e trabalhar para garantir mais paz e segurança no trânsito. Temos ainda muito trabalho pela frente, mas creio que estamos no caminho certo.

 

Quais medidas serão tomadas para que o mercado de motocicletas continue aquecido? - A ABRACICLO trabalha intensamente em ações com os governos em todas as esferas e com entidades e organizações relacionadas ao Setor de Duas Rodas. Essas ações e parcerias visam a implantação de medidas e projetos que visem sempre o fomento do segmento, e terão continuidade.

 

Quais medidas estão sendo tomadas para garantir mais segurança aos motociclistas? O que pode ser feito? - Antes de mais nada é conveniente esclarecer que o índice de acidentes tem mostrado queda em relação ao crescimento da frota e ao adensamento do trânsito. É um progresso modesto, mas existe e é crescente a melhora. Além disso, a ABRACICLO trabalha fortemente em ações de conscientização, desde a divulgação de práticas de pilotagem segura, estimulando a manutenção preventiva dos veículos, atuando também diretamente junto aos órgãos públicos em busca de implementação de projetos e parcerias. Podemos destacar o  MotoCheck-Up, que oferece vistoria gratuita de 13 itens mecânicos das motocicletas e apresenta a necessidade de manutenção dos itens visando reduzir acidentes. Devemos mencionar ainda o desenvolvimento e distribuição de revistas de conscientização focadas em crianças e adolescentes e de cartilhas, em parceria com a FENABRAVE, para expandir o MotoCheck-Up para todo o Brasil, além de participação em feiras, implantação de comissões de segurança, etc. De qualquer forma, a entidade tem participação ativa em ações visando a segurança no trânsito, e eu pretendo dar andamento nesses trabalhos.

 

O senhor acredita que o Brasil pode chegar a comercializar oito milhões de motos por ano em 2020, como preveem alguns economistas e estudiosos baseados no perfil socioeconômico do nosso país? - O Brasil possui atualmente uma média de 14 habitantes por motocicleta. Se considerarmos o valor final do produto e o crescimento do poder de compra do brasileiro, é muito provável que alcancemos essa projeção. Temos na Ásia, por exemplo, países com situação econômica e geográfica semelhante ao Brasil onde a média é de 4 habitantes por motocicleta – um índice habitante/veículo possível de se alcançar no nosso país, no setor de motocicletas.

 

Para o senhor, qual a importância dos profissionais que utilizam a motocicleta como ferramenta de trabalho? - A motocicleta é um veículo ágil, versátil, de baixo custo e econômico, o que favorece sua aplicação em múltiplas atividades e, por isso, oferece uma ótima oportunidade de inclusão de milhares de pessoas ao mercado de trabalho, tanto como profissionais liberais ou mesmo contratados por empresas frotistas. Hoje, além dos já conhecidos transportadores de pequenas encomendas, conhecidos como motofretistas, há em diversas cidades do país a atividade de mototaxista, atendendo de modo eficiente a população em pequenos deslocamentos. Outras categorias já optaram pela motocicleta para otimizar seu atendimento, como representantes comerciais, os socorros mecânicos de seguradoras, além de atividades públicas como os Correios. Também os bombeiros nas operações urbanas de apoio e socorro em casos de acidentes, com as "motolâncias" do SAMU, por exemplo. Por fim, a polícia, que inicialmente adotava motocicletas apenas para missões de escolta, hoje utiliza a motocicleta como veículo de apoio eficaz ao policiamento ostensivo nas cidades, nas rodovias e no campo.

 

Quais os resultados obtidos com os Moto Check-Up? As ações serão expandidas para o restante do Brasil? - Desde 2008 foram realizadas 12 edições do MotoCheck-Up,  com quase 19 mil participantes no total. Como resultado, conseguimos uma conscientização maior dos moto-fretistas e demais motociclistas com relação à importância da manutenção de sua moto, da pilotagem segura e defensiva e do respeito às leis de trânsito. No que se refere à realização do evento fora do estado de São Paulo, acreditamos ser muito importante. Há, inclusive, o interesse por parte de alguns estados. Já recebemos algumas propostas que estão sendo analisadas e avaliadas.

 

O que a ABRACICLO pensa das recentes e futuras entradas de novas empresas de motocicletas no Pólo Industrial de Manaus? - A Abraciclo apóia qualquer atitude que possa auxiliar no fortalecimento do setor como um todo e no adensamento do segmento componentista.

 

Qual a expectativa no sentido de que estas novas marcas venham se associar à ABRACICLO? - A Abraciclo, como entidade representante das empresas fabricantes de motocicletas instaladas no Brasil, está sempre aberta a propostas de adesão daqueles que tiverem interesse em se associar e que cumpram as exigências estabelecidas pela entidade.

 



Quais foram os fatores que colaboraram para o aumento das vendas de motocicletas no Nordeste na opinião da Abraciclo? - O Nordeste passou a ser uma das principais regiões de venda no mercado interno, se igualando ao Sudeste. Um dos fatores foi o cenário do ambiente rural que mudou. Muitos pequenos produtores estão trocando os tradicionais animais de transporte por modernas motocicletas. Além disso, a precariedade de algumas das estradas dessas regiões, algumas inóspitas, auxilia muito o aumento das vendas, uma vez que é mais fácil manusear uma motocicleta do que um carro nesses locais.

 

Outro fator, muito relevante, é o crescimento significante do poder de compra do nordestino, beneficiado com ações de incremento econômico realizadas pelo Governo Federal, que permitiu que esse mercado se ampliasse e passasse a poder adquirir um veículo próprio. Sendo a motocicleta mais acessível e econômica do que o automóvel, acaba sendo a primeira opção como ‘veículo de entrada’.

 

Qual a expectativa para o mercado de motocicletas no Brasil nos próximos anos? - Acreditamos que o mercado só tende a crescer. Por ser um veículo acessível, de baixo consumo, que permite a realização dos trajetos urbanos em um menor tempo, continua sendo uma opção racional e viável para o trânsito nas grandes cidades, além de ser também bastante utilizada no interior e em regiões de difícil acesso. O crescimento intenso de sua utilização por estudantes e profissionais que necessitam de locomoção mais ágil é outro dos fatores de incremento desse mercado, que tendo a expandir na direção de outras novas utilizações.

 

Como a ABRACICLO se posiciona em relação às proibições de motocicletas em corredores e em algumas vias, como a Avenida 23 de Maio e a via expressa da Marginal Tietê, em São Paulo? - Esta decisão não cabe à ABRACICLO e sim à Prefeitura. De qualquer forma, a associação apóia toda e qualquer ação que venha a contribuir para a maior segurança do motociclista, a convivência pacífica no trânsito e a consequente redução do número de acidentes. Porém é importante ressaltar que essas ações não devem ser discriminatórias, havendo, portanto, alternativas para as motocicletas. Apenas proibições, sem outras ações de educação e esclarecimento não serão suficientes para a conquista de maior segurança no trânsito.

 

Existe algum plano da ABRACICLO destinado à educação e treinamento dos motofretistas? - Além do MotoCheck-Up, que visa a conscientização com relação à importância da manutenção da motocicleta, da pilotagem segura e do respeito às leis de trânsito, no que tange à educação, a associação, sempre que possível, participa de ações pontuais, como apoiadora ou patrocinadora.

 

O que a ABRACICLO acha da resolução 350 do Contran, que estabelece obrigatoriedade no curso de 30 horas-aula destinado aos motofretistas? - A Abraciclo considera o curso uma vitória. Primeiramente, porque este será gratuito. Além disso, nós apoiamos toda e qualquer ação que vise o treinamento e especialização do motofretista. Ano passado a ABRACICLO participou efetivamente da elaboração da Resolução 285 da Contran. Uma das medidas aprovadas foi o curso de direção veicular que passou de 15h para 20h e permitiu que a prática da condução para motocicleta fosse realizada em via pública. A ABRACICLO espera que essas medidas resultem na redução do número de acidentes de trânsito.

 

ABRACICLO tem algum projeto de longo prazo voltado à educação para o trânsito? Algo que se concentre nas crianças e as acompanhe até a adolescência? - Para o público infantil, tivemos recentemente uma ação em parceria com a Prefeitura de São Bernardo do Campo. Uma revista em quadrinhos da Turma da Mônica, de autoria de Maurício de Sousa, onde as personagens vivenciam situações cotidianas, auxiliando as crianças com relação à educação e ao respeito às regras e sinalização de trânsito.

 

Qual a participação da ABRACICLO em comissão da Secretaria dos Transportes? - A ABRACICLO passou recentemente a integrar a “Comissão Especial de Acompanhamento da Circulação de Motocicletas e da Atividade de Motofrete na Capital”, instituída pela Secretaria de Transportes da Cidade de São Paulo. A Comissão, que se reúne quinzenalmente, incentiva estudos e propõe medidas, inclusive de caráter legislativo, com o objetivo de aperfeiçoar a regulamentação da atividade de motofrete, além de acompanhar a execução de ações educativas dirigidas a motociclistas, motofretistas e empresários do setor duas rodas, visando aumentar a segurança desses usuários, melhorar a fluidez geral do trânsito na cidade e garantir uma adequada utilização do sistema viário paulistano.

 

O que a ABRACICLO achou do prorrogamento do prazo para instalação do sistema anti-furto nas motocicletas? - Essa foi mais uma vitória do setor. O dispositivo atual – projetado para carros e veículos pesados – não pode ser utilizado nas motocicletas por limitações técnicas claras, como o formato e tamanho, que impede que o dispositivo seja estrategicamente escondido no veículo. Outro fator muito importante é o acréscimo de valor no produto final. Caso os dispositivos atuais fossem implantados nas motos, haveria uma elevação muito gritante no preço final, já que as motocicletas são um produto de menor valor agregado do que carros e caminhões, por exemplo.

 

Nós da ABRACICLO conseguimos estabelecer uma parceria com componentistas que deve levar a produção de um dispositivo anti-furto de menor custo, pesando menos no bolso do consumidor final, mas para isso precisávamos dessa prorrogação.

 

Qual a posição da ABRACICLO com relação ao estudo apresentado pelo Hospital das Clínicas? - O motofretista representa apenas 4% da frota nacional. Apesar de representarem uma porcentagem pequena dentro do total de motociclistas, eram responsáveis pela maioria dos acidentes. A ABRACICLO se empenhou ao longo dos últimos anos em ações de conscientização e aprimoramento da legislação visando reduzir essa realidade, o que, de fato, aconteceu, conforme apontado pelo estudo. Continuaremos investindo em ações voltadas aos motofretistas e lutando por incrementos na legislação, como acontece agora com a obrigatoriedade do curso para os profissionais. Mas investiremos também nos outros consumidores, com atividades como o Motocheck-Up.

 


Qual a posição da ABRACICLO sobre a lei sancionada pelo Kassab que torna obrigatório a cobertura de seguro de roubos e furtos nos estacionamentos? - Toda e qualquer ação que vise a valorização do motociclista e ciclista e que traga mais conforto e segurança para os mesmos são apoiadas pela ABRACICLO. No caso dos estacionamentos, muitos nem mesmo possuem vagas para veículos duas rodas, fato que buscamos modificar.


 

 


 

 



publicado por motite às 20:08
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