Sexta-feira, 6 de Maio de 2016

Honda XRE 190 chega com ABS para preencher o mercado

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Bonita, simples e econômica. (Fotos: Caio Mattos)  

Nova Honda vai ficar entre a Bros 160 e a XRE 300 

Qual o fator que mais aumenta as vendas no mercado? Qualidade do produto? Preço? Moda? Necessidade? Nada disso, o fator que mais impulsiona venda de produtos, especialmente em épocas de crise é a NOVIDADE. E o brasileiro, em especial, é um novidadeiro nato. Qualquer coisa nova chama atenção e vira um chamariz, nem que tenha de penhorar as cuecas pra comprar. Por isso pode se preparar para um ano de 2016 cheio de lançamentos na área de veículos, porque a coisa tá feia pro lado dos fabricantes e importadores e qualquer novidade que gere expectativa pode representar um número maior antes do sinal de %. 

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 Verde Perolizado: cor nova para acabar com o cinza e preto!

Pelo menos é assim que eu vejo a chegada da Honda XRE 190, um produto que veio complementar a linha de baixa cilindrada, colocada entre a Bros (R$ 11.257) e a XRE 300 (R$ 17.750 com ABS), fazendo uma escadinha gradual de preços para subir de categoria, colocada com preço único de R$ 13.300. Segundo a Honda, a Bros continuará em linha, mas eu duvido muito porque certamente haverá uma migração natural para o modelo maior, justificada pela natural tendência de o brasileiro comprar números e 190 é maior que 160. 

O primeiro contato com a XRE 190 foi no Haras Tuiuti, pista que conheço muito bem desde a inauguração, porque é lá que realizo os cursos SpeedMaster. Como toda avaliação em autódromos, não é possível ter uma experimentação 100% do produto, mas serve como uma avaliação de alguns atributos, especialmente do freio ABS de uma via (apenas na roda dianteira); e do novo motor de exatos 184,4 cm3, capaz de desenvolver 16,4 CV a 8.500 RPM com etanol.

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Muito segura e confortável no asfalto. 

Mini XRE

Antes de mais nada deixa contar como ela é, apesar de ter um monte de fotos pra você ver. O estilo segue o conceito moderno de fun-bike, que seria o equivalente ao crossover dos carros. Um modelo feito com aspecto on-off Road mas com vistas ao uso urbano. Afinal não existe motocross melhor do que certas ruas das grandes capitais. Segue bem a linha da irmã maior, a XRE 300, com um sub pára-lama e o “bico de pato” avançado. Mas nessa XREzinha ele ficou mais bonito do que na XREzona, além de ganhar duas entradas que lembram muito a Ducati Multistrada (ou uma planária, depende de sua imaginação). 

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Painel completo com medidor instantâneo de consumo. 

A cor verde perolizada caiu muito bem, remete imediatamente ao uso misto cidade-campo e deve fazer sucesso, menos no Nordeste porque lá só compram motos vermelhas. Que também está na linha, em versão perolizada, assim como a preta. O que chamou bastante atenção a ponto de eu querer muito na minha moto são os aros anodizados em cromo preto, coisa linda e rara que deve iniciar uma nova moda. Outro destaque é o painel: totalmente digital, com dois medidores instantâneos de consumo de combustível (álcool ou gasolina), mas não tem indicador de marcha.

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Posso projetar uma autonomia de mais de 400 km fácil. 

Como anda

Nada de inesperado. O grande destaque desse motor de duas válvulas e comando no cabeçote é o capacidade de retomada de velocidade já a partir de 2.000 RPM, em última marcha. Fiz várias simulações e percebei que ele cresce de giro de forma linear, sem engasgos, graças a injeção eletrônica de última geração. Essa característica é o que faz um motor ser econômico, porque evita as constantes trocas de marchas. Eu chuto um consumo urbano na casa de 35 km/litro para gasolina, o que projeta uma autonomia média de mais de 450 km para um tanque de 13,5 litros. A única medição possível foi a de 100 km/h que registra uma rotação de 7.500 RPM, portanto 1.000 RPM menos que a potência máxima. Uma boa velocidade de cruzeiro. 

Também é destacável a postura ereta, típica das motos de uso misto, com o guidão alto e largo e um banco bem generoso, inclusive para o garupa. Na divisão entre piloto e garupa o banco tem uma pequena elevação para impedir que a pessoa que vai atrás esmague o piloto no tanque. É uma moto para passar várias horas pilotando numa boa, até porque a velocidade máxima não deve ser maior que 120 km/h. A viagem será demorada mesmo...

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Vai atender com sucesso para uso urbano e pequenas viagens.  

A vibração é a normal para um motor de um cilindro que vai trabalhar em giro elevado, mas bem menor do que era 10 anos atrás! O que chamou atenção é o funcionamento silencioso do motor e escapamento. Só rezo para os cabras não enfiarem um escape direto! 

Como rodei pouco na terra só posso atestar que os pneus foram muito bem escolhidos porque transmitem boa segurança no asfalto – e olha que deitei mesmo! E cumprem muito bem o papel no uso em estrada de terra. Como a velocidade de cruzeiro fica em torno de 100 km/h não notei ruído muito alto dos pneus nem da corrente de transmissão.

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Dá para encarar um fora de estrada na boa. 

Deixei o freio ABS por último de propósito. É a primeira moto pequena que sai de fábrica com ABS de uma via de série. Assistimos a várias simulações de frenagem na terra, no molhado e na terra molhada e realmente funciona como o esperado. O sistema atua apenas na roda dianteira, mas como é interligado ao sensor de velocidade, ele lê se a roda traseira travou e faz a compensação. Na prática ele realmente não trava a roda dianteira, mas eu fiz vários exageros intencionais e a roda traseira travou em algumas condições absurdas. Cabe ao piloto perceber e soltar o freio traseiro, apostando tudo no dianteiro. 

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Freio ABS e a bela roda em cromo escuro! 

Como é uma primeira apresentação, vou colar aqui embaixo o press-release oficial da Honda. Se quiser ler, manda bala! E para não deixar de fora, nosso internacional e conceituadíssimo IPM – Índice de Pegação de Muié (ou Mano). Moto pequena não tem um IPM muito elevado, vai depender mais do poder de xaveco de cada um, mas como é novidade e tem um visual bem atraente, eu daria 7,5 especialmente na categoria de minas (ou manos) na faixa de 16 a 22 anos.

 

Honda apresenta XRE 190 ao mercado nacional.

Novidade chega para reforçar família XRE com novo modelo de trail urbano e baixa cilindrada, ideal para as cidades brasileiras 

Mais uma novidade promete ser sucesso no mercado brasileiro, que ganha uma nova opção no segmento trail de baixa cilindrada: trata-se da Honda XRE 190, modelo que passa a ser a porta de entrada para os fãs da linha XRE, consagrada no País pela versão com motorização de 300 cm³. A nova integrante chega este mês à rede de concessionárias Honda como uma alternativa para consumidores que têm na versão de 300 cc um símbolo de estilo e sofisticação, mas que procuram também por um modelo mais econômico, fácil de pilotar, com design moderno e versátil. E ainda com mais uma grande vantagem, exclusiva da marca: a garantia de três anos, com troca de óleo gratuita em sete revisões.

Com a nova XRE 190 a Honda passa a oferecer aos consumidores um modelo inspirado na XRE 300, que vem complementar o lineup da Honda como uma nova opção para os motociclistas mais experientes, mas com uma proposta racional e mais acessível.

Entre algumas das principais novidades da nova integrante da família XRE está o novo motor de 190 cm³; o design moderno e diferenciado, além do sistema de freios com ABS (antitravamento) de apenas um canal, tecnologia que mantém total eficiência e segurança do sistema tradicional, projetado com foco na facilidade de manutenção e baixo custo.

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Vermelho perolizado também é bem atraente.  

Personalidade e estilo

A nova Honda XRE 190 concilia o espírito aventureiro de suas linhas modernas e conceito de trail urbano a um estilo marcante e design imponente. Características como agilidade, versatilidade e ótima relação custo-benefício atendem perfeitamente as necessidades de proprietários de motocicletas de menor cilindrada, que buscam sofisticação e diferenciação e ainda desejam fazer up grade de categoria.

Entre seus principais atributos, destaque para o escapamento elevado, pneus para uso misto, além de para-lamas curto, com um conjunto de carenagens de linhas anguladas, modernas e imponentes. O conjunto óptico está equipado com lâmpadas mais potentes e econômicas, que oferecem maior segurança para o motociclista nos deslocamentos à baixa visibilidade. Na traseira, o modelo conta com lanterna e sinalizadores independentes, suporte de placa alto e alças em alumínio, integradas ao bagageiro em nylon de alta resistência.

O painel de instrumentos é totalmente digital e traz informações do marcador de combustível, tacômetro, velocímetro, hodômetros total e parcial, além de indicações para todo o funcionamento do modelo. O assento largo em dois níveis oferece total conforto para piloto e garupa nos deslocamentos urbanos ou mesmo para pequenas trilhas no fora-de-estrada. O tanque de combustível conta com capacidade para 13,5 litros (3,1litros de reserva) e tampa com desenho diferenciado e estilo esportivo.

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Fausto Macieira lembrando os tempos de motocross braaaaaaap!  

Eficiência e desempenho

Com características dos modelos aventureiros da categoria on/off-road, a nova XRE 190 traz em sua ciclística e mecânica um conjunto eficiente com o máximo em performance, conforto e segurança. Seu projeto foi concebido de forma a oferecer ao mercado um modelo de conceito trail urbano, ideal para as cidades brasileiras, com um desempenho superior em seu segmento. Seguindo este principio a Honda desenvolveu um motor inédito e exclusivo, com ótima economia e respostas em qualquer rotação. Trata-se de um monocilíndrico de 184,4 cm³, OHC (Over Head Camshaft), 4 tempos, arrefecido a ar e com sistema de injeção eletrônica PGM-FI. Com tecnologia FlexOne, oferece potência de 16,3 cv a 8.500 rpm com torque de 1,65 kgf.m a 6.000 rpm abastecido com gasolina; e 16,4 cv a 8.500 rpm com torque de 1,66 kgf.m a 6.000 rpm quando abastecido com etanol.

O sistema de partida é elétrico e o câmbio de cinco velocidades com a transmissão final realizada por corrente. As tampas laterais do motor tem acabamento na cor grafite, inspiradas nos modelos de maior cilindrada. A nova Honda XRE 190 já está totalmente em conformidade com a segunda fase do PROMOT 4 (Programa de Controle da Poluição do ar por motociclos e veículos similares) , em vigor no Brasil desde o início do ano.

Na ciclística, a XRE 190 traz chassi do tipo berço semi-duplo, produzido em tubos de aço, com ótimas respostas para o equilíbrio dinâmico. Outro ponto que privilegia a pilotagem é o baixo peso de todo o conjunto (127kg); além da altura do assento (836mm), menor em comparação com a XRE 300. Seu guidão com posicionamento mais alto permite que o piloto mantenha os braços mais elevados, evitando a fadiga principalmente em longos percursos.

A suspensão traseira monoamortecida com curso de 150 mm é do tipo Pro-Link, totalmente ajustável e que proporciona pilotagem com ótima absorção de impactos em qualquer tipo de terreno. Na frente um garfo telescópico de longo curso de 160 mm assegura mais conforto de forma segura e eficiente.

Um detalhe que trouxe um ar diferenciado ao modelo está nas rodas raiadas com acabamento em cromo fumê, mais sofisticado neste tipo de acabamento e categoria. Nelas estão calçadas ainda pneus para uso de tipo misto na configuração 90/90 – 19M/C 52P (dianteiro) e 110/90 – 17M/C 60P (traseiro). Os freios possuem sistema antitravamento (ABS) com discos na dianteira (240 mm) e traseira (220 mm), para maior segurança e grande eficiência. Fabricada em Manaus (AM), a nova XRE 190 será oferecida em versão única com freios ABS (antitravamento), nas cores verde metálico, preto metálico e vermelho metálico e preço público sugerido de R$ 13.300,00. O valor tem como base o Estado de São Paulo, sem despesas com frete e seguro. Assim como já acontece com todo o lineup da Honda no Brasil, a XRE 190 tem a exclusiva garantia de três anos, com a troca de óleo gratuita em sete revisões. 

Especificações Técnicas / Honda XRE 190 2016

MOTOR

Tipo OHC, monocilindrico, 4 tempos, refrigeração a ar

Cilindrada 184,4 cc

Diâmetro x Curso 61,0 x 63,1 mm

Potência Máxima 16,3 CV a 8.500 rpm (gasolina) / 16,4 CV a 8.500 rpm (etanol)

Torque Máximo 1,65 kgf.m a 6.000 rpm (gasolina)

1,66 kgf.m a 6.000 rpm (etanol)

Sistema de Alimentação Injeção Eletrônica PGM FI

Sistema de Lubrificação Forçada/bomba trocoidal

Relação de Compressão 9.5 : 1

Tanque de Combustível 13,5 litros (res. 3,1 litros)

Transmissão 5 velocidades

Embreagem Multidisco em banho de óleo

Óleo do Motor 1,2 litro (1,0 litro para troca)

Sistema de Partida Elétrica

Combustível Sistema FlexOne

SISTEMA ELÉTRICO

Ignição Eletrônica

Bateria 12V – 5 Ah

Farol 35/35W

CHASSI

Tipo Semi berço Duplo

Suspensão Dianteira Garfo telescópico / 160 mm

Suspensão Traseira Mono Shock / 150 mm

Freio Diant. / Diâmetro Disco / 240 mm

Freio Tras. / Diâmetro Disco / 220 mm

Pneu Dianteiro 90/90 - 19M/C 52P

Pneu Traseiro 110/90 – 17M/C 60P

CARACTERÍSTICAS

Comprimento x Largura x Altura 2.075 x 821 x 1.179 mm

Distância entre Eixos 1.358 mm

Distância Mínima do Solo 241 mm

Altura do Assento 836 mm

Peso Seco: 127 kg

 

 

 

publicado por motite às 16:04
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14 comentários:
De Mauro BRito a 6 de Maio de 2016 às 16:29
Fico atualizando a pagina do blog pra ver os comentarios da zx10 e vc me vem com essa bacteria ai? hahahhahahahaha
De motite a 6 de Maio de 2016 às 16:39
KKKKKKKKKKKKKKKK

A IDÉIA É ESSA MESMO!!! CONTINUE ATUALIZANDO, RS!

JÁ TÁ QUASE PRONTA, É QUE O TEXTO TÁ ENORME!
De Felipe O a 6 de Maio de 2016 às 18:09
Não ter ABS é uma feature! Dá pra usar esta moto como uma supermoto no autódromo e fingir que está em cima de Uma Husqvarna Supermoto 701 hahahaha!!

Excelente avaliação, até eu que não gosto de Honda curti este modelo e a pintura verde.
De Leonardo a 6 de Maio de 2016 às 19:21
Interessante essa cor verde, caiu bem nela.
De Daniel a 6 de Maio de 2016 às 23:03
Me causou estranheza o uso de ABS só na roda dianteira.
De motite a 9 de Maio de 2016 às 17:15
Pra mim também!
De Alan a 8 de Maio de 2016 às 01:42
Acho que o aumento da gama de opções é bastante relevante, pois quando eu era moleque só existia dentro das motos pequenas da Honda a CG 125 Titan (quadradinha), Biz 100, XLR 125, as 200 cilidradas CBX Strada/NX/XR e a NX 350 Sahara.

Não havia opção de nada, hoje só de CGs são 6 versões.

Só que sempre existe o PORÉÉÉÉM.

Nem vou entrar no mérito do preço aqui, pois nenhum veículo no Brasil tem bom preço

A moto é muito bonita e é uma opção mais segura para rodovias do que outras motos de menor cilidrada, mas fazendo uma comparação de ficha técnica com a Bros 160 a conta não bate.
São 14,7 cv da Bros contra 16,4 do motor 190.
E o torque? 1,60 Kgf.m contra 1,66 Kgf.m. Lembrando que o torque máximo do motor 160 é obtido a uma rotação menor.

Sei que avaliar moto por ficha técnica é um erro, mas mesmo sem pretensão de comprar alguma delas eu pagaria bons reais para ver um comparativo confiável entre as irmãs. Queria saber o que essa moto oferece em relação à Bros além do design, do ABS e do painel completo.
De Neto a 8 de Maio de 2016 às 22:56
Bros 160 vendas é pau a pau com a CG não vejo nenhuma lógica dela sair de linha....
De motite a 9 de Maio de 2016 às 17:15
A Bros 160 não vai sair de linha!!!!
De Bruno a 9 de Maio de 2016 às 13:41
120 de máxima? Uai, acho que deve ser um pouco mais. A Bros pega 130.
De motite a 9 de Maio de 2016 às 17:14
Velocidade real, aferida, não é no painel...
De Thiago Matheus Borges a 13 de Maio de 2016 às 18:07
Parabéns pelo texto. Demonstra entendimento e bom senso. O melhor que li até agora sobre a nova XRE.
De Anónimo a 13 de Junho de 2016 às 16:32
Ela é perfeita muito linda quero uma.
De Renato Campestrini a 4 de Abril de 2017 às 17:40

Adquiri uma recentemente e fiquei surpreso positivamente com o freio ABS de uma via.

Até fiquei em dúvida se esse sistema não é mais eficaz que o tradicional nas duas rodas.

Minha outra motocicleta possui o sistema tradicional de ABS e nessas vias lunares que transitamos, quando se aciona os freios, o ABS do freio traseiro "entra" em funcionamento muito cedo, mesmo para compensar a frenagem da dianteira que está "soltando" para não travar nos buracos e remendos.

Outro ponto que considero digno de nota é o novo espelho retrovisor que a Honda está a utilizar na linha 160, 190.

A visibilidade que ele proporciona é bem maior que nos modelos anteriores, ponto positivo para a segurança.

Para ganhar nota dez na minha avaliação, faltou inserir uma lanterna de led na traseira, melhor que a comum unitária.

Abraço,


Renato

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