Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

Escolhas - Parte III

 

Escolhas – as utilitárias
Iniciar na vida motociclística é bem mais complicado do que na vida de motorista. O automóvel é um veículo que entra – e sai – naturalmente em nossas vidas. Desde que nascemos até encerrarmos nossa existência (forma educada e eufemística de dizer “morrer”), o carro está presente. Nossas mães foram para a maternidade dentro de um carro e provavelmente nossa primeira visão do mundo foi através do pára-brisa de um carro. E nossa velha carcaça cansada irá partir desta para melhor dentro de um carro funerário. É carro o tempo todo. Os meninos brincam de carrinho e quando as meninas espertas brincam de casinha elas têm um motorista!
Já a moto não. Ela nos foi introduzida como uma intrusa em nossa história motorizada. Principalmente para nós, brasileiros, que só viemos a conhecer a popularização da moto como meio de transporte nos anos 90. A moto é a novidade, enquanto o carro é a tradição.
Por isso é mais fácil e natural escolher o primeiro carro do que a primeira moto. E também por isso que existem sujeitos especialistas como eu que gastam horas e suas impressões digitais para explicar a você aí do outro lado da tela como fazer a coisa certa. Mesmo assim tem gente que insiste em fazer a coisa errada...
A melhor forma de iniciar na vida motociclística é com uma moto pequena. E por pequena entenda as motos que vão de 100 a 250cc. Sim, 250 é pequena e não média como os donos de 250 gostam de exagerar. Em termos de desempenho a diferença não é tão grande, mas as 250 têm melhores freios e proporcionam mais conforto para piloto e garupa. Porém o consumo de gasolina é maior, assim como o custo de manutenção. Não é considerado um erro começar por uma moto de 250, como acreditam alguns. Mas o problema aparece quando um novo motociclista decide começar por uma moto de 500, 750 ou até 1.000cc, como já vi várias vezes.
Utilitárias
Se a idéia é usufruir uma moto para economizar em gasolina, manutenção e tempo de percurso, nada melhor do que as utilitárias. Elas se situam na faixa de 100 a 150cc, têm manutenção simples e barata (muita gente faz a manutenção em casa) e representam o que existe de mais econômico no mundo motorizado.
Por alguns meses usei uma Honda Biz 125 para ir de casa (zona Sul) ao trabalho (zona Norte) de São Paulo. Um percurso de 24 km (48 ida+volta) que me consumia cerca de 25 minutos. Minha colega de trabalho, vizinha de bairro, demorava de 45 minutos a uma hora para fazer o mesmo trajeto.
Sempre tive motos grandes, mas meus deslocamentos eram curtos. Quando fui trabalhar longe de casa descobri a regra inversamente proporcional do motociclista: se você mora na cidade, quando maior o deslocamento menor deve ser a moto! Minha moto de 650cc consumia em média 15 km/litro de gasolina e ainda sofria com um estresse mecânico terrível ao rodar sempre em baixa velocidade, com muitas paradas. Quanto maior o motor maior é a liberação de energia e consequentemente a necessidade de troca de calor (arrefecimento).
A pequena Biz 125 fazia 40 km/litro, não sofria tanto, porque o motor jê é feito para passar por esse estresse mecânico e o mais interessante: o tempo de percurso era o mesmo, porque se existe uma verdade insofismável é a equação da velocidade (v=espaço/tempo). Se o trânsito de São Paulo impede que uma moto rode a mais de 50 km/h tanto faz se é uma 100cc ou uma 1.200cc! 
Portanto, a primeira decisão que um neo-motociclista precisa tomar na hora da escolha é se perguntar: para que eu quero uma moto? Só depois de respondida essa pergunta é que deve começar a pesquisar as motos do mercado.
Se o uso for essencialmente urbano, sem transportar garupa e servir como um meio de transporte individual, as motos utilitárias urbanas na faixa de 100 a 150 são as opções mais sensatas. Se o deslocamento for curto e sua cidade contar com boas vias pavimentadas podem-se incluir os scooters.
Mas se a idéia for usar a moto também como lazer, com pequenas viagens nos finais de semana, sem preocupação exagerada com economia, ou ainda se for aproveitar para dar carona para a esposa, filho(a), mãe, pai qualquer pessoa na garupa uma moto de 250cc será muito mais eficiente e confortável, sempre lembrando que os custos de manutenção serão maiores (sobretudo peças como pneus e freios). Hoje em dia muitos motociclistas adotaram as motos utilitárias pequenas como a “segunda moto da casa”. Usam uma moto maior para o lazer, turismo e transporte de garupa e deixam a pequena utilitária para o uso individual diário.
Qual?
Essa é a pergunta mais difícil de ser respondida: qual modelo escolher? Quando rodei de Biz 125 fiquei tão apaixonado pela motoquinha que até quis adquirir uma, mas voltei a trabalhar em casa e dispensei essa opção. Além disso, eu já tenho um scooter para os pequenos deslocamentos.
Diria que em vez de se preocupar tanto com marcas, o novo motociclista deve conhecer bem as CATEGORIAS que existem dentro dessa faixa de 100 a 200cc. São elas:
Cub ou Motonetas – Motonetas que se caracterizam por não ter o tanque de gasolina entre as pernas do motociclista e que são pilotadas sentado e não montado como uma moto, por isso eram chamadas de “moto de padre”, porque podiam ser pilotadas de batina. Geralmente têm o escudo frontal e um porta-objeto muito prático sob o banco. A mais vendida e conhecida é a Honda Biz 125, praticamente a pioneira neste estilo. Geralmente têm câmbio de engate rotativo sem embreagem manual (a embreagem é automática). São econômicas em consumo de gasolina e com baixíssimo custo de manutenção.
Utilitárias urbanas – São motos no sentido clássico mesmo, com tanque entre as pernas, pilota-se montado e não contam com porta-objetos. São as preferidas dos motociclistas profissionais, pois a produção em escala oceânica reduz os custos das peças de reposição. Também têm motor econômico e muito resistente. No entanto apresentam alguns problemas: justamente por serem as mais vendidas do mercado são também as mais procuradas pelos ladrões em busca de peças de reposição ou mesmo para uso “profissional” em pequenos delitos.
Utilitárias de uso misto – São motos que aliam o conceito de economia das pequenas, porém com um estilo off-road. Geralmente são escolhidas por motociclistas mais altos porque elas têm maior distância do banco ao solo, ou por aqueles que querem fugir do visual “motoboy”. São indicadas para quem vive em cidades de péssima pavimentação ou enfrenta estradas de terra. O motor é tão econômico quanto uma urbana, porém por usar uma relação final de transmissão (coroa/pinhão) mais curta elas atingem velocidades menores. Algumas peças são mais caras, principalmente os pneus, mas o benefício do conforto garantido pela suspensão de curso longo compensa o gasto adicional. Quando viajo ao Nordeste percebo que muitos usuários preferem rodar na terra com motos de uso urbano só porque as peças de reposição são mais baratas e são motos com melhor valor de revenda. No entanto pouca gente sabe que os pneus de asfalto se deterioram mais rapidamente quando usados em estradas de terra.
Utilitáriasmotard – Trata-se de um conceito relativamente novo que mistura conceitos da moto fora-de-estrada com motos urbanas. Elas têm o estilo de uma moto de uso misto, porém com pneus de uso urbano e são mais baixas que uma moto off-road. Ou seja, é o que se poderia chamar de “o melhor de dois mundos”, mas também alguns a encaram como o pato que tem nadadeiras e asas, mas não nada nem voa direito! Pode ser a solução para quem gosta do estilo fora-de-estrada, porém não tem estatura para alcançar os pés no chão ou que jamais roda em estradas de terra.
Utilitárias custom – Hoje já podemos contar com algumas pequenas motos na faixa de 125 a 150cc com característica custom: guidão largo, bancos largos, pequena distância do banco ao solo, pneus mais largos e um estilo que remete às Harley-Davidson. Obviamente são mais caras, mais pesadas e menos econômicas que as anteriores. O estilo foge mais ainda ao padrão “motoboy” e são indicadas especialmente aos motociclistas de baixa estatura por serem mais baixa. O banco do garupa é mais espaçoso e confortável. Mas não são indicadas para uso em trânsito intenso porque o guidão largo e alto dificulta a passagem nos corredores formados entre os carros. A posição de pilotagem torna-se cansativa quando usada por muitas horas seguidas porque o piloto apóia todo peso do corpo diretamente na coluna lombar, enquanto nos outros estilos o piloto divide o peso do corpo nas pernas.
==========================
ATENÇÃO!
O problema de falta de conexão não era na placa de rede, como eu suspeitava, mas no modem da Net-Virtua. Depois de esperar por TRÊS DIAS (mais de 12 chamadas telefônicas) desisti dessa prestadora de serviços e contratei a Speedy. A instalação deverá ser na próxima segunda-feira de carnaval. Aguarde mais um pouco...
publicado por motite às 15:10
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22 comentários:
De Rodrigo, o ex-vizinho mala a 19 de Fevereiro de 2009 às 15:58
Speedy? Na sua rua? Na sua casa? Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao!

Só de me lembrar os apuros que passei logo depois que me mudei com um sinal fraquíssimo...

Lembra-se que a central da telefônica responsável pela sua rua é lá na PQP de Santo Amaro, e não a de Americanópolis, que é pertinho de casa?
De Fernando a 19 de Fevereiro de 2009 às 16:23
Fala Tite !
O Blog esta muito legal.

Se você achou um absurdo a NET demorar 3 dias e 12 ligações para resolver o problema no seu modem a a Telefônica não vai te ajudar muito. Eles levaram 28 dias para resolver o problema na minha casa e ainda queriam cobrar os dias q fiquei sem telefone/internet. Levou 3 meses para resolver o problema da cobrança. Um conselho, o site da Anatel ajuda um pouco.

Voltando as motos, você acha que é seguro eu usar uma Biz para rodar entre Guarulhos e São Paulo pela Dutra e Fernão Diaz ? Já tenho moto XT 600) e ela esta sofrendo bastante com o transito no dia a dia.
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Fala Tite ! <BR>O Blog esta muito legal. <BR><BR>Se você achou um absurdo a NET demorar 3 dias e 12 ligações para resolver o problema no seu modem a a Telefônica não vai te ajudar muito. Eles levaram 28 dias para resolver o problema na minha casa e ainda queriam cobrar os dias q fiquei sem telefone/internet. Levou 3 meses para resolver o problema da cobrança. Um conselho, o site da Anatel ajuda um pouco. <BR><BR>Voltando as motos, você acha que é seguro eu usar uma Biz para rodar entre Guarulhos e São Paulo pela Dutra e Fernão Diaz ? Já tenho moto XT 600) e ela esta sofrendo bastante com o transito no dia a dia. <BR><BR class=incorrect name="incorrect" <a>Abs</A> <BR>Fernando
De André Coelho a 19 de Fevereiro de 2009 às 17:30
Não seria parte IV?
De Rodrigo a 19 de Fevereiro de 2009 às 19:23
Olá Tite ,
Eu concordo com você quando diz a respeito de começar com motos pequenas, eu tenho uma Titan 150, uso ela diariamente para me locomover trabalho facu /casa. Ela me ajudou durante 3 anos, eita motinha resistente e econômica !!! 
Mas agora estou caminhando para uma moto com um pouco mais de potência, por mim eu pegaria uma XT 660, mas as condições financeiras não deixam rsrssr
Tenho planos de adquirir uma Lander , acho que vai ser bem melhor, apesar de gastar um pouco mais, o conforto vai ser melhor.
Quem sabe a XT saia depois da faculdade... 
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Olá Tite , <BR>Eu concordo com você quando diz a respeito de começar com motos pequenas, eu tenho uma Titan 150, uso ela diariamente para me locomover trabalho facu /casa. Ela me ajudou durante 3 anos, eita motinha resistente e econômica !!!  <BR>Mas agora estou caminhando para uma moto com um pouco mais de potência, por mim eu pegaria uma XT 660, mas as condições financeiras não deixam rsrssr <BR>Tenho planos de adquirir uma Lander , acho que vai ser bem melhor, apesar de gastar um pouco mais, o conforto vai ser melhor. <BR>Quem sabe a XT saia depois da faculdade...  <BR class=incorrect name="incorrect" <a>abs</A> <BR>
De Vinicius Vedovatto a 19 de Fevereiro de 2009 às 19:41
E o que seria a POP? Uma motoneta ou Estrupicio? rsrs

Pilotei uma e gostei mais dela doque da biz, vou procurar uma em um leilão e guardar a Tornado pra viagens, garupa e diversão.
De luidhi a 19 de Fevereiro de 2009 às 19:54
Speedy da Telecômica?

Putz, não adianta pagar em atraso que eles põe seu nome no Serasa do mesmo jeito.

Agora você descobre o que é o inferno...

[]'s
De Robson a 19 de Fevereiro de 2009 às 22:32
Fala Tite! Tenho uma Intruder 125cc e "delicados" 1,85m e pra lá de 120kg...!!!


Enchi o saco de curso de suspensão curto. Estou analisando possibilidades como a Bros, injetada espero, ou a XTZ.


Seria um "up" no meu caso? A Bros seria mais vantagem por ser mais potente que a XTZ?


Grande Abraço.
De Ozzy Renato a 20 de Fevereiro de 2009 às 00:20
Cara, eu já tive uma XTZinha...é show, mas també sou pesado....seria melhor pegar uma XTZ 250.....recomendo...
De Robson a 24 de Fevereiro de 2009 às 01:22
Obrigado Ozzy!!!


Mas XTZ...Lander ou X...???


A X é muito mais bonita mas onde moro a diferença de $$$ é de R$2000...!!!
De Ozzy Renato a 25 de Fevereiro de 2009 às 05:26
Rapaz, eu também acho a X muito bonita....mas como gosto de off road...prefiro a Lander mesmo...a vantagem da X são as rodas de alumínio....mas aí não temos nem uma moto off, e nem uma street...sei lá..
De qq forma, eu que rodei o Brasil com minha Lander recomendo. É economica, anda bem, e extremamente durável....

abraxx
De Ozzy Renato a 20 de Fevereiro de 2009 às 00:06
Tite, realmente é mais fácil escolher um carro, mas também é mais fácil comprar...veja só:

1 - Nos carros existem uma graaaaande opção de modelos pra quase todas cilindradas. Exemplo: quer um fiat pálio...então escolha: 1.0 básico, 1.0 com ar-condicionado, 1.0 só direção hid, 1.4 completo, 1.8 completo, mas tem a perua treking...e por aí vai...Por que com as motos isso não ocorre?

2 - Promoções e "guerras" entres as montadoras: "compre um ford ecosport e ganhe: tamque cheio, seguro grátis, bla bla bla. Temos taxas de juros mais baixas e blabla bla"
Até hoje não vi isso com motos...Aqui a yamaha parece que tá fazendo um favor de te vender uma moto.

3 - Facilidade de compra: "traga o seu usado que nós pegamos por bom preço e bl bla bla..."
Aqui, a honda só pega se for da marca....clientes da yamaha eles nem querem....pode?

Então, mesmo que essas "promoçoes" e "facilidades" não são assim como diz a propaganda, de forma geral, além de ter muito mais opções de modelos e marcas, nós temos uma campanha mais "agressiva" com os carros. Enquanto as motos ainda precisam contar com a paixão do futuro dono pra sair da loja.

3
De luidhi a 20 de Fevereiro de 2009 às 14:19
Ozzy,

O pior é algumas marcas não pegarem moto da própria marca.

Como o Tite disse uma vez numa apresentação da Kasinski "Não tem problema de fornecimento de peça porque tudo é igual a honda".

Aff...
De Ozzy Renato a 20 de Fevereiro de 2009 às 23:17
Pois é.....por causa disso, sempre que resolvo trocar de moto é um stress danado........
De douglas a 20 de Fevereiro de 2009 às 16:09
Apenas eu não incluiria motos como Suzuki Yes, dafra speed ou até mesmo a falecida Cg sport no barco das utlitárias.

Apesar de tmabém considerar as 250 como pequenas, eu ainda acho recomendável um "estágio" nas 125/150: Qualquer tombinho custa bem mais caro e pode ser um pouco mais grave. Nesse caso é importante ter juízo e uma boa conta bancaria...
De Vitor a 22 de Fevereiro de 2009 às 03:32
Tite, muito bom o post. Quando andei pela primeira vez na honda biz também gostei muito dela, tanto que acabei comprando uma (que já não tenho mais). Considero que aquela foi a melhor compra que já fiz em termos de custo/benefício.
Quanto ao speedy, espero que vc não tenha adquirido aquele pacote que vc ga nha de grátis (assim, pleonasmo mesmo) uma úlcera, um cancer da garganta e um período de stress.
Abraço!

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