Terça-feira, 26 de Outubro de 2010

...

Sradical!

 

A nova Suzuki GSX-R 1000 Srad já está no Brasil

 

Agora sim! A versão 2011, chamada também de K9, já está à venda no Brasil após mais de seis meses do lançamento mundial. Aliás, é cada vez menor o prazo para novos lançamentos, sempre na tentativa de atrair o público ávido por novidade, por menor que seja. Pequenas, mas importantes mudanças na estética, motor e chassi deixaram a Srad 1000 mais esportiva, nesta verdadeira guerra armamentista entre as fábricas para lançar motos mais velozes e estáveis.

 

O motor de quatro cilindros em linha teve alteração nas medidas de diâmetro (maior) e curso (menor) dos pistões para dar mais força em alta rotação. O cabeçote teve a medida alterada para a taxa de compressão subir de 12,5:1 para 12,8:1. Só gasolina Premium neste tanque, ou o dono terá de instalar um gerenciador de ignição (tipo Power Commander) para evitar a detonação.

 


 

No conjunto ciclístico a grande novidade é a suspensão dianteira com múltiplas opções de regulagens. Um dos desafios dos engenheiros é fazer a moto ficar com a roda dianteira no chão durante as acelerações brutais dos quase 200 cavalos. Nesta nova Srad 1000 a balança traseira foi levemente alongada para amenizar este efeito. Para isso o motor teve de ser deslocado alguns milímetros para a frente. O resultado é que o piloto pode acelerar mais cedo nas saídas de curva sem medo de ver a frente subir.

 

Outra mudança nesta versão 2011 (mas que na Europa e EUA é a 2010) foi nos comandos. O seletor da programação eletrônica passou no punho direito para o lado esquerdo e no punho direito foi acrescentado um botão de controle do cronômetro de série.

 


 

A exemplo do modelo K8, nesta Suzuki pode-se selecionar o programa de gerenciamento do motor. Os programas A, B ou C determinam se o motor vai atuar com potência total, com potência limitada e mais dócil ou em condição de piso molhado. Pode-se inclusive mudar os programas com a moto em movimento.

 

Puro prazer

Todos os detalhes tiveram mudanças discretas. O farol ficou mais fino ainda para dar mais espaço às entradas de ar. No painel, além do shif-light (que indica limite de rotação) foram colocadas três luzes que acendem conforme a rotação se aproxima da máxima. Dessa forma o piloto consegue trocar de marcha no momento certo, sem perder tempo.

 


 

É preciso ter muita experiência para perceber as mudanças com a Srad 1000 em movimento. Ela continua muito compacta, apesar da insistência nos dois escapamentos laterais. Pilotando ela até parece mesmo uma 600, mas com mais potência. Nosso teste foi realizado em pista úmida, o que impediu forçar mais nas curvas, mas percebeu-se claramente que a aceleração está a mesma brutalidade de sempre, fazendo parte do time das motos que fazem de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos, em primeira marcha. Está cada vez mais difícil fazer este teste!

 

Com a nova suspensão dianteira Showa ela afunda menos das frenagens e frente fica firme em curvas de qualquer tipo de raio e velocidade. Em suma, ficou mais fácil gastar as joelheiras do macacão!

 

O consumo continua perdulário de sempre, como é de se esperar de uma 1000 de 185 cavalos. Com muita bondade no acelerador ela chega perto de 18 km/litro, mas nas condições esportivas pode esperar algo em torno de 7 km/litro com bastante esforço. E lembre de usar gasolina cara! E já que o tema é consumo, o preço de lançamento é R$ 58.900 (em SP).

 


 

O modelo 2010 (no exterior) coincide com o aniversário de 25 anos da série GSX-R que começou em 1985 com a 750. Para celebrar foi lançada uma edição especial com peças exclusivas e numerada. Um item discreto desta série foi mantido na versão normal: um aplique de carbono nas laterais, perto do banco. Apesar dos 25 anos, a série GSX-R continua linda e cada vez mais radical!

 

Box – O mito GSX-R

 

Em 2010 a Suzuki celebra os 25 anos de existência da série GSX-R, chamada nos Estados Unidos de Gixxer. O lançamento desta série deu origem a uma espécie de religião que reúne fanáticos no mundo todo. A versão 1000cc surgiu em 2001, em substituição ao modelo GSX-R 1100. Rapidamente a Gixxer 1100 recebeu vários prêmios “Moto do Ano” em vários países por representar o que havia de mais radical em termos de moto produzida em série. Hoje ela rivaliza com Honda, Kawasaki, Yamaha, Ducati, Aprilia entre outras.

 

Ficha Técnica

PREÇO: R$ 58.900  ORIGEM: Japão

MOTOR: quatro cilindros em linha, 16V, 999cc, alimentado por injeção eletrônica, arrefecido a líquido. Potência máxima de 185 cv (a 12.000 rpm) e torque de 11,9 kgfm (a 10.000rpm)

TRANSMISSÃO: Câmbio de seis marchas. Secundária por corrente

SUSPENSÃO: Dianteira com garfos telescópicos invertidos e traseira monoamortecida

FREIOS: Dianteiro a duplo disco e traseiro a disco

PNEUS: Dianteiro 120/70-17 e traseiro 190/50-17

DIMENSÕES: 2.045 mm de comprimento, 810 mm de altura do banco ao solo, 720 mm de largura; 1.130 mm de altura e 1.405 mm de entre-eixos

PESO: 205 kg (em ordem de marcha)

TANQUE: 17,5 litros

 

 

publicado por motite às 01:45
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Sexta-feira, 15 de Outubro de 2010

Ducati Multistrada 1200S já no Brasil

 

Quatro em um

 

O grande destaque do Salão da Motocicleta é a Ducati Multistrada 1200, uma moto muito versátil

 

Em uma época na qual a indústria procura especificidade, a Ducati surpreende com a chegada no Brasil do modelo Multistrada 1200, capaz de atender o uso na estrada, na cidade, nas curvas e até em estradas de terra. Pelo menos é o que promete!

 


 

Tudo graças a eletrônica! O belíssimo painel exibe um display com algumas informações de set-up do sistema eletrônico. O piloto pode escolher quatro programas que determinam a característica do motor: sport, touring, urban e enduro. Para cada situação o gerenciamento eletrônico determina limites de potência, aceleração, controle de tração e freios ABS (a versão Sport). Além disso, esta moto é oferecida em três versões: básica, sport e touring.

 


 

O motor é o tradicional dois cilindros em L, com 1.198 cc, arrefecido a líquido e com o sistema de comando de válvulas desmodrômico que dispensa molas. Este engenho desenvolve 150 cavalos a 9.250 rpm e o impressionante torque de 12,1 kgf.m a 7.000 rpm.

 

Ela chama atenção pelo estilo absolutamente original. Como todas as motos da Ducati, o quadro é de treliça tubular de aço e isso já é marca registrada da marca. O motor fica bem exposto e o toque de esportividade é garantido pelas duas ponteiras de escapamento curtas e pelo monobraço da suspensão traseira. Alguns visitantes do Salão da Motocicleta criticaram o sistema de transmissão por corrente, alegando que deveria ser cardã como na BMW e na nova Yamaha Superténéré, mas foi fundamental manter o baixo peso (189 kg seco) para facilitar o uso no fora-de-estrada.

 


 

Interessante observar o compromisso entre a esportividade e a versatilidade. Os pneus foram feitos especialmente para este modelo (Pirelli Scorpion Trail), porque têm desenho on-off road, mas são com medidas esportivas – 110/70-17 na frente e 190/55-17 atrás. Outra característica típica esportiva são os freios, com dois discos dianteiros de grande diâmetro (320 mm) e pinças radiais. Já a suspensão tem cursos mais longos, com 170 mm na dianteira e traseira. Além do banco largo, espaçoso e em dois níveis. Na versão Touring é oferecido um kit de malas laterais.

 

Vista de frente o estilo é bem moderno e agressivo, com o duplo farol, entradas de ar e pára-lama formando praticamente o desenho de uma ave de rapina. Além de muito bonita, esta Ducati traz novidades curiosas como um sensor que trava o guidão quando o dono se afasta da moto. A regulagem da suspensão é eletrônica e pode ser feita pelos comandos do painel.

 


 

Já está à venda no Brasil, com cerca de 60 unidades já embarcadas. O preço anunciado era por volta de R$ 70.000 para a versão básica.

 

Ficha Técnica

PREÇO: R$ 70.000 (aproximado) ORIGEM: Itália

MOTOR: dois cilindros em L, 8V, 1198,4cc, alimentado por injeção eletrônica, arrefecido a líquido. Potência máxima de 150 cv (a 9.250 rpm) e torque de 12,1 kgfm (a 7.000rpm)

TRANSMISSÃO: Câmbio de seis marchas. Secundária por corrente

SUSPENSÃO: Dianteira com garfos invertidos e traseira monoamortecida

FREIOS: Dianteiro a duplo disco e traseiro a disco

PNEUS: Dianteiro 120/70-17 e traseiro 190/55-17

DIMENSÕES: 2.190 mm de comprimento, 735 mm de largura, 1.165 mm de altura e 1.480 mm de entre-eixos

PESO: 220 kg

TANQUE: 21 litros

 

 

 

publicado por motite às 14:42
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Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010

Exclusivo: primeiras imagens da ZX-10R 2011

É tudo novo!

 

Kawasaki apresentou nos EUA a nova ZX-10, com controle de tração

 

Mudou tudo na Kawasaki ZX-10R 2011, apresentada em Las Vegas, EUA, na semana passada. Motor, suspensão, painel, rodas, freios e desenho, enfim tudo mesmo! A primeira grande novidade está na adoção do controle de tração batizado de S-KTRC, uma sigla enorme para o módulo de injeção eletrônica e ignição que permite ao piloto escolher qual programa se adapta melhor à sua necessidade. Na nova Kawasaki ZX10R é possível escolher dois programas: “race” e “full”, com mais três estágios em cada programa. Na opção “race” (corrida) o sistema controla apenas a tração, evitando a derrapagem quando está bem perto do limite. Já na posição “full” a central eletrônica controla também os freios combinados e interpreta automaticamente quando há baixa aderência (piso molhado, por exemplo). Ela conta com sensores nas duas rodas que fazem a medição da velocidade na velocidade de 200 impulsos por segundo!

 


 

O motor de quatro cilindros foi completamente renovado. Para o mercado americano ele teve de reduzir a rotação de potência máxima em 750 rpm por causa do nível de ruído. A potência não foi declarada oficialmente, mas passa de 200 cv. Também a fábrica não deixou claro se adotou o sistema de detonação conhecido como “big-bang”, que faz cada pistão trabalhar defasado e não na tradicional fórmula aos pares. É um sistema que permite melhor retomada de velocidade, mas tem um funcionamento horroroso, como se estivesse sempre falhando.

 


 

A suspensão mudou 100%. Na frente, novas bengalas invertidas de 43 mm de diâmetro com múltiplas regulagens. Já testada e aprovada na ZX-6R de 2010, estas bengalas têm pistões maiores, mas todo o conjunto ficou mais leve em relação ao modelo 2010. Já na traseira a novidade é radical: agora o único amortecedor é montado horizontalmente, posição que permitiu melhor centralização das massas, além de fica afastado do motor, o que o mantém mais refrigerado. Com essa posição liberou espaço para um silenciador do escapamento também colocado mais centralizado. Tudo isso fez a nova ZX-10R ficar mais equilibrada e ainda melhorou o conforto geral, mesmo com a suspensão na posição mais dura. Também com intenção de melhorar a vida de quem tem mais de 1,75m de altura, as pedaleiras agora têm regulagens. Não muitas, mas já ajuda!

 


 

 

De cara nova

O estilo foi totalmente redesenhado, inspirado nas motos de MotoGP. Ela ficou mais fina e mais leve, além de ganhar um aspecto ainda mais esportivo. Tanto que é oferecida uma capa de banco que a transforma em “track-day ready”, ou seja “pronta para um dia de pista”, segundo o informativo oficial da Kawasaki. E é bom acreditar nisso, porque a geometria do quadro foi toda redesenhada para melhorar a performance em autódromos, mas vai dificultar a vida de quem a usa na cidade. O ângulo de cáster reduziu 0.5° e o trail também baixou de 110 para 107 mm. Se estes números não te dizem nada, saiba que pode ter ficado ótima para curvas! Felizmente ela vem equipada com amortecedor de guidão de série.

 


 

O painel ficou com visual igual ao das motos de competição, com um grande display de cristal líquido, conta-giros digital por barra e as informações de praxe como temperatura, hodômetros, nível de gasolina etc. A novidade é que para uso na pista pode-se escolher o painel no modo “race” e indicador de marcha aparece em destaque no centro da tela.

 

Versão racing saiu antes da "civil"

 

Rodas novas, mais leves e uma grande novidade nos freios. Os discos, em formato de pétala são maiores. A novidade é o sistema anti-bloqueio ABS combinado. Quando os sensores detectam que uma das rodas ameaça travar transfere a força da frenagem para a outra.

 


 

Ainda não tem previsão de chegada deste modelo no Brasil, mas pode-se prever um prazo de três meses, período normal que leva para as novidades aterrissarem por aqui. O valor deve ficar na faixa do mercado, entre R$ 60 000 e R$ 70 000.

 


 

Ficha Técnica

PREÇO: n.d. ORIGEM: Japão

MOTOR: quatro cilindros em linha, 16V, 998 cc, alimentado por injeção eletrônica, dois injetores por cilindro, arrefecido a líquido. Potência máxima e torque não declarados

TRANSMISSÃO: Câmbio de seis marchas. Secundária por corrente

SUSPENSÃO: Dianteira com garfos telescópicos invertidos e traseira monoamortecida

FREIOS: Dianteiro a duplo disco de 310 mm e traseiro a disco de 220 mm;

PNEUS: Dianteiro 120/70-17 e traseiro 190/55-17

DIMENSÕES: 2.075 mm de comprimento, 716 mm de largura, 1.115 mm de altura e 1.425 mm de entre-eixos; 813 mm de altura do banco ao solo.

PESO: 198 kg (em ordem de marcha)

TANQUE: 17 litros

 

 

publicado por motite às 18:52
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Segunda-feira, 11 de Outubro de 2010

Clínica e cabala

(Outra chance dessa... nunca mais: clínica SpeedMaster a R$ 300!)

 

Como dizia o velho provérbio "oportunidade é um cavalo que passa, se pegar, beleza; se perder, babaus!". Pois no cabalístico domingo dia 10/10/2010 foi realizada a primeira Clínica SpeedMaster em parceria com concessionária Kawasaki Cormag. Apesar de cair no meio do feriadão de 12 de outubro, foi um sucesso absoluto, com a presença de 43 pessoas, entre alunos da clínica e ex-alunos que aproveitaram os dois horários do "Track-hour SpeedMaster".

 

Teve gente que desistiu de participar por causa do mal tempo na véspera e da previsão de chuva para domingo. Como se vê nesta foto, não caiu nem uma gota de chuva sequer durante todo o domingo e suamos mais do que tampa de marmita.

 

Foi uma experiência nova: criei uma "clínica" com conteúdo menor, carga horária menor e mais simples, com inscrição a 1/3 do valor normal (R$ apenas 300,00). O resultado foi tão bom que já estou de olho em novas opções de data para repetir esta programação, mas só em 2011.

 

Agradeço aos alunos e ex-alunos que apareceram e se divertiram muito; ao Gilberto Magalhães, da Cormag, que acreditou na idéia; ao Alex Schultz que levou a sua Ninjinha 250 pra eu descabelar na pista; ao ECPA por ter nos liberado esta data e à 7ª Cavalaria do General Custer que deu o suporte logístico.

 

Àqueles que desistiram ou não puderam participar por impedimentos de ordem casamenteira, familiar, encontro de motociclistas em Jurubeba do Norte, praia congelante etc, fica o convite para participar do próximo curso SpeedMaster, dia 30 de outubro, sábado (véspera de eleição). Só que agora volta à condição normal de preços e conteúdo, que estão no site SpeedMaster.

 

Só por curiosidade, foi a segunda data cabalística memorável e festiva da minha vida, porque no dia 9/9/1999 eu estava curtindo uma semana em Fernando de Noronha mergulhado - literalmente - naquele pequeno pedaço de paraíso que todo brasileiro precisa conhecer (não todo mundo de uma vez, tá!)

 

Uma volta na nova pista do ECPA!

 


publicado por motite às 15:45
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Quarta-feira, 6 de Outubro de 2010

Salão da Motocicleta 2010

(Tudo Spidi com 50% de desconto!)

 

Feirão!

 

Sem muita novidade em termos de moto, o melhor do salão são as oportunidades em acessórios

 

Criado em 2008 o Salão da Motocicleta ainda não consegue atrair grandes montadoras. Em parceria com a Anfamoto – que realiza junto o Salão das Motopeças – este ano enfrentou a concorrência direta do Salão do Automóvel, que será realizado em outubro. As grandes montadoras (filiadas à Abraciclo) preferiram apostar as fichas no salão com maior número de visitantes.

 

Então, por que visitar o 2º Salão da Motocicleta? Para barganhar! Vários grandes lojas varejistas estão presentes com acessórios para moto e motociclista e preços verdadeiramente promocionais. Logo na entrada, a Moto Garage montou um motor-home com produtos da marca italiana Spidi com 50% de desconto e pode-se encontrar outras barbadas.

 

Outra exposição paralela que vale a pena ver de perto são das motos clássicas, com modelos raros e antigos como Douglas, Ariel, Brought Superior, DKW a partir dos anos 1920!

 

Entre as motos modernas, a maior novidade – literalmente – é a Ducati Multistrada 1200 (que pretendo testar em breve) que faz sua primeira aparição pública no Brasil. Os demais modelos da Ducati estão expostos e coincide com a campanha de pagamento parcelado ou com grandes descontos à vista. O modelo Monster 696, por exemplo, teve o preço reduzido de R$ 36.900 para R$ 29.900 à vista ou pode sair por R$ 32.900 parcelado até 20 vezes.

 

(Ducati Multistrada 1200 S)

 

Algumas marcas estão presentes por meio da rede de concessionárias como é o caso da Kawasaki, Suzuki, Yamaha e Honda. Entre as associadas da Abraciclo, uma que expôs seus produtos foi a Kasinski, com destaque para o scooter Prima elétrico.

 

Como sempre estão presentes aquelas marcas fabricadas na China, Taiwan, etc, como a Kahena. Sim, ela mesma, aquela que tinha motor VW, mas agora fez acordo com uma empresa chinesa (que o Jair não revelou qual era nem sob tortura!). O modelo 150 traz motor OHV (varetado!), carburado,  com coletor de admissão de alumínio e algumas inovações como porcas parlock (com trava) na moto toda. Pode vibrar à vontade que não cai peça.

 

(Tá bom, eu sei que é estranha, mas é a Kahena 250)

 

A MVK estava lá com a cópia da Honda Biz e outros modelitos. Do mesmo grupo tem a custom Regal Raptor, belas motos estilo “american chopper”, com motorização de dois cilindros e 250cc.

 

Este salão traz ainda algumas curiosidades bem interessantes como a empresa paranaense Big Bear Chopper, especializada em customização. E não se limita à mecânica Harley-Davidson, suas criações usam um motor americano S&S, também com dois cilindros em V, mas com caixa de câmbio diferente para facilitar o uso de pneus absurdamente largos na traseira!

 

(Customização da BBC BR)

 

E para quem estômago forte e gosta de adrenalina, a Ira (pneus e acessórios) montou um looping onde o visitante pode se inscrever para experimentar a sensação de girar 360º como se estivesse no globo da morte! Também tem vários simuladores de corrida em alguns estandes como na Levorin.

 

Resumindo: eu não gastaria meu dinheiro pra visitar esta feira a menos que queira realmente comprar equipamento com desconto. Eu que sou um muquirana incorrigível gastei maior grana na Moto Garage do mau brother Dagoberto. Finalmente, depois de muito cobrarem, comprei um protetor de coluna e uma capa de chuva novinha, para aposentar a Alba, de 1997!

 

O Salão vai até este domingo, dia 10, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, zona Norte, São Paulo.

 

Serviço:

 

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi, Av. Olavo Fontoura, 1209, Santana.

Preços: Final de semana R$ 25,00 adulto e R$ 20 criança de 5 a 12 anos. Preços especiais para família e grupos. Os ingressos podem ser adquiridos pela Internet (www.salaodamotocicleta.com.br) ou na bilheteria.

Horário: Sábado das 10:00 às 21:00; domingo das 12:00 às 22:00

Estacionamento: Carro R$ 25,00; Moto R$ 15,00

Como chegar: Estação do Metrô mais próxima é a Portuguesa (av. Cruzeiro do Sul), com micro-ônibus gratuito das 13:00 às 22:00.

 

 

 

publicado por motite às 22:20
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