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Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010
Samba enredo

Como eu já compus um rap da desgraça e o repente do rodízio, chegou a vez de um samba de raiz. Ou seja, um samba-mandioca. Se alguém quiser compor a música para esta letra super elaborada, que narra o amor pelas motocicletas, num contexto sócio-cultural urbano paulistano, pode ficar à vontade. Mas pra gravar só me pagando róialti!!! Ou Royaltite!

 

Samba enredo Unidos da Motoca

 

 

Na estrada, olêlêê 

Honda, Harley BMV

Tudo a ver

Na estrada, olêlêê

Honda, Harley BMV

Tudo a ver

Na estrada, olêlêê

Honda, Harley BMV

Tudo a ver (que bonito, que lindo!)

E o petróleo?

Que nasceu pra lamparina

Virou óleo e gasolina

Pro trabalho e pras minas (graças a Deus, Oh meu Deus)

Motoca, óh motoca

Honda, Harley, BMV, que beleza

Movimentam a nação

Honda, Harley, BMV, que beleza

Só não vale as chinesas! (que, tristeza!)

Na estrada, olelê

Honda, Harley, BMV

Tudo a ver

E nós? nós é tudo motoboy!

Fio de rico é playboy,

Nós é tudo motoboy

Filho de rico é playboy!

Na estrada, ôôô

Honda, Harley, BMV

Tudo a ver

Quando aqui parou no rio

Ipiranga e suas ocas

Dão Pedro já previu

"São Paulo é terra de motocas"

Ai, minha mandioca!

Na estrada, lelelêêê

Honda, Harley, BMV

Tudo a ver

Nós é tudo motoboy

Filho de rico é playboy

A minha moto é que nem a namorada

Subo em cima e dou pau

E ela não fica zuada

 A minha moto é que nem a namorada

Subo em cima e dou pau

E ela não fica zuada

Unidos da Motoca, êô, êô

A minha moto é ferramenta de trabalho

Subo calçada e dou pau

Atropelo os otário, êô, êô

Unidos da motoca

Subo em cima e dou pau

Nós arrepia o carnaval

Unidos da Motoca

subo em cima e dou pau

Nós arrepia o carnaval.

(repetir 190 vezes)




Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010
Filosofia infantil

(A Terra é só água! Foto: Tite)

 

Quando eu tinha uns 9 anos estava filosofando sobre o planeta Terra. Quando uma criança filosofa os adultos dizem que “está no mundo da Lua”. Pois eu estava no mundo da Lua depois de aprender que 70% da superfície do planeta é coberta de água. E lembrava que nosso corpo também tem quase a mesma porcentagem de água. Daí veio a filosofada.

 

Pensei na Terra como um grande organismo vivo, que respira, se movimenta, sente, tudo igual à gente. Pensei ainda que nós somos como pequenos planetinhas Terra, porque também temos rios, flora e fauna. E que da mesma forma que a fumaça do cigarro entope de destrói nossos pulmões, a poluição do ar também destrói o pulmão do planeta. Da mesma forma que o excesso de bebida alcoólica detona nosso fígado, os derrames de petróleo no mar causavam imensas úlceras no planeta. Em suma, da mesma forma como estamos agredindo a natureza, o planeta Terra pode ter uma úlcera, ficar entupido, desenvolver câncer e... morrer!

 

Bom, nesta semana vários estudos revelaram que a Terra está mudando. Para pior! E, pasmem, não por ação do Homem, mas pelo ciclo natural do planeta. Aquela minha filosofada 41 anos atrás estava quase certa. O planeta Terra é um organismo vivo que nasce, se desenvolve e... morre, como qualquer ser vivo. E podemos estar presenciando uma fase de agonia.

 

Desde julho de 2008 chove descontroladamente em São Paulo e todo Sudeste. Só em 36 dias entre dezembro e janeiro choveu em São Paulo mais do que na cidade de maior índice pluviométrico do Brasil, na Ilha do Marajó! É o maior índice registrado em 77 anos!!! Pode ser apenas uma coincidência, mas a Terra está mudando sim e nossa existência dependerá basicamente da nossa já provada capacidade de adaptação. Os paulistanos da próxima geração não nascerão com guelras, claro, nem vamos virar batráqueos, mas a cidade terá de rever toda urbanização para consertar a enorme cagada feita por prefeitos anteriores, que permitiram (e incentivaram) a construção de moradias populares nas serras e encostas.

 

Quem vive em cidades cortadas por rios, córregos ou cercadas por represas terão de planejar uma grande mudança. Ninguém imaginava, 60 anos atrás, que a represa de Paraibuna (SP), por exemplo, alcançasse sua capacidade máxima a ponto de ameaçar a cidade. Ou que o rio Paraitinga superasse em 7 metros seu nível, invadindo a cidade do mesmo nome.

 

O mais cruel é que as cidades cresceram em volta dos rios para facilitar o transporte, alimentação e despejo de lixo. Só que a impermeabilização das áreas ribeirinhas causaram esse caos pluvial.

 

Alguns pesquisadores notaram uma certa sazonalidade nesses períodos de chuva intensa. Basicamente a cada 10 anos, nos últimos 40 anos, apresentaram pequenas tragédias naturais. Portanto, já podem se preparar para 2019. Isso se o mundo não acabar em 2012, conforme prometido pelos mayas.

 

Aqui em casa são visíveis alguns sinais dessa mudança climática. A grama cresce a uma velocidade espantosa e até apareceram novas espécies da flora. Mais precisamente na minha janela do escritório por meio de uma manifestação quase poética. Em meio a tanta umidade e calor nasceram dois cogumelos na madeira. Pequenos, coloridos e venenosos! A Natureza decidiu se vingar e começou justo pelo pequeno filósofo de 9 anos!

 

(Tá servido? Foto: Tite)

 

(É uma nova marca de champignon: Cogumelos Windows! Foto: Tite)



blogado por motite às 14:32
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Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010
Viver ou morrer do turismo

(Essa paisagem combina com música alta? Foto: Tite)

 

Desde o longínquo ano de 1981 escrevo (e fotografo) sobre turismo. Já viajei muito pelo Brasil e exterior, além de pesquisar muito o assunto. Por isso foi com uma profunda tristeza que vi uma transformação muito grande no meu paraíso, onde há 17 anos tiro minha religiosa semana de férias: a Ilha Grande, no litoral sul do Rio de Janeiro.

 

Minha primeira visita à Ilha Grande foi em 1992, ainda na época do presídio ativo, mas passei apenas um dia em Abrahão. Lembro que tive a mesma sensação de quando conheci Ilhabela, no litoral norte de São Paulo em 1966. Algo selvagem, preservado, puro, intacto e com uma natureza tão exuberante que podia sentir a existência de Deus naquelas paisagens.

 

A ingenuidade da Ilhabela começou a ruir quando retiraram os pequenos barcos que faziam o transporte de passageiros e impuseram o burro, poluente, barulhento, caro e infernal ônibus. Claro que teve uma mãozinha das companhias de transporte e seus lobbies maquiavélicos. A partir de 1983 parei de frequentar a Ilhabela, por isso fiquei tão feliz ao descobrir a Ilha Grande, com a mesma ingenuidade natural que conheci aos 7 anos de idade, ao atravessar o canal de São Sebastião.

 

(Vila do Abrahão: muita caca de cachorro nas ruas. Foto: Tite)

 

Nos últimos quatro anos, por motivos diferentes, deixei de passar minhas férias na Ilha Grande e esse jejum terminou uma semana atrás. E foi com uma preocupante tristeza que percebi uma mudança perigosa: acabou a ingenuidade. O turismo virou a fonte de renda e será o algoz de mudanças ainda mais profundas na estrutura social e natural na Ilha Grande.

 

Longe de querer implantar uma espécie de “reserva de mercado” naquele paraíso, sou favorável a uma interferência radical urgente na prática do turismo na Ilha Grande. Não precisamos chegar ao ponto de um regime quase militar praticado na ilha Fernando de Noronha, mas não posso acreditar que a exploração comercial do turismo como está sendo feita hoje manterá a Ilha Grande longe de grandes problemas ambientais e estruturais.

 

(Esse paraíso não deve ser agredido. Foto: Tite)

 

Só pra ficar em um exemplo bem simples e visível, algumas trilhas estão em processo perigoso de erosão e precisam ser fechadas imediatamente sob risco de um deslizamento provocar grandes deslocamentos de terra. No caminho de Abrahão para Dois Rios, um passeio muito fácil e feito por uma estrada usada até por caminhões, existem dois atalhos abertos na mata. Estes dois atalhos precisam ser fechados porque o processo de erosão já está tão grande que só fechar não será suficiente para conter. O indicado lá – e em outras trilhas – seria fazer degraus tanto para facilitar a caminhada (e evitar abertura de mais e mais trilhas) quanto para reduzir a velocidade de escoamento das águas.

 

Viver ou morrer do turismo?

O turismo beneficia muita gente. Isso é inegável, mas jamais pode ser visto como um “mal necessário” e sim como “um bem a ser controlado”. O que vi nesta recente visita à Ilha Grande foi uma concorrência exagerada por pequenas fatias. É a história do pipoqueiro que começa a se dar bem na porta do cinema e uma semana depois tem uma dúzia de pipoqueiros, cada um ganhando menos e brigando, literalmente, por quirelas.

 

A Secretaria de Turismo de Angra dos Reis precisa olhar com muita atenção e cuidado para esse assunto antes que perca o controle da situação. Vamos lembrar que a administração pública no Lisarb funciona ao contrário do resto do mundo. Aqui primeiro é preciso chegar ao caos absoluto para depois tentar implantar o controle.

 

(Caxadaço: colocar um barco enorme aqui é um crime! Foto: Tite)

 

Viver do turismo significa mais do que só oferecer guia, refeição, passeios e pousadas. É preciso respeitar o turista, o ambiente e saber se mimetizar na paisagem e não se sobressair nela. Quem ensinou aos barqueiros que todo mundo gosta de música alta? Quem disse que música é para qualquer ocasião? Será que nenhuma pessoa nesse mundo consegue convencer que um santuário ecológico não combina com Rappa tocado a 130 decibéis? Dentro do barco já tem o ronco do motor, com o som alto ninguém consegue nem sequer conversar sem ser aos berros.

 

Qualquer pessoa com um pouco de relacionamento artístico com a música se sente agredido quando o som é de má qualidade e a seleção musical é de péssimo gosto. Como adoram ventilar os membros do Orkut, “gosto é que nem c*, cada um tem o seu!”. Pra quê agradar muitos em troca do sofrimento de poucos? A melhor solução é deixar sem música e quem sentir falta espeta os fones de ouvido no MP3, no celular, no iPod e arrebenta os próprios tímpanos. Será por isso que nos aviões não existe música ambiente? Dããã, deixe que cada um escolha o que quer e se quer ouvir alguma coisa.

 

Imagine uma baía como o Caxadaço, na Ilha Grande, ponto de mergulho com variada vida marinha (tartarugas aos montes), um dos lugares mais preservados da Ilha, recebendo uma escuna de 120 metros, com 60 pessoas pulando de macarrão e máscaras! Ah, ao som de Rappa, claro. Bem alto! Eu aposto como em breve esta será uma região fechada às embarcações.


(Ilha Jorge Grego: point dos golfinhos. Foto: Tite)

 

É muito fácil atrair e agradar turistas:

 

1) Não trate todo mundo como uma coisa sem forma, sem personalidade. Agradar a qualquer custo pode desagradar uma parcela que comentará com outros e mais outros.

 

2) Respeite o que é natural, como os sons, cores e perfumes da natureza. Fumaça de cigarro e de óleo diesel não combinam com natureza.

 

3) Crie uma tabela única de preços e conceda descontos na baixa temporada. Da forma como são publicadas as tabelas, a impressão é de que na alta temporada todo mundo corre aumentar os preços!

 

4) Cobrar caro não é proibido, desde que seja recompensado com qualidade e gentileza. Turista é um ser que está longe de casa, até do país, por isso precisa ser recebido com gentileza. A pior sensação a um turista é a de ser explorado, como se o mundo fosse acabar depois da alta temporada!

 

5) Hemisférios diferentes, hábitos diferentes. Os operadores brasileiros precisam entender que hábito e cultura mudam que nem os ventos. Se na Itália, Argentina ou Alemanha todo mundo fuma como um turco no corredor da morte, aqui deve prevalecer a nossa legislação. Notei que muitos restaurantes, hotéis ou embarcações fazem vistas grossas aos estrangeiros que fumam.

 

6) Aprendam inglês e espanhol!!! É duro ver um guia brasileiro conversando em inglês macarrônico com um argentino! Miércoles! pode-se aprender espanhol em seis meses sem morrer de estudar. Mesmo que seja pra oferecer um “sorviete de moriango”.

 

7) Nessa época de “all friendly” as pousadas e serviços precisam se adaptar às pessoas com problemas de locomoção. Se alguém tiver de usar cadeira de rodas na Ilha Grande vai preferir ficar parado. As ruas e calçadas têm pavimentação muito ruim e desnivelada e a maioria das pousadas têm acesso aos quartos por... escadas!

 

8) Promovam mais as baixas temporadas. Há décadas inverti a tendência do cardume na piracema e deu super certo: praia no inverno e montanha no verão. Além de tudo mais vazio, os preços são melhores. E como um belo país tropical, quem está perto dos trópicos nem sofre com temperaturas extremas. Verão na montanha é mais fresquinho e dá até pra entrar na cachoeira. E inverno na praia ainda é quente, com a vantagem da água fria. Em suma, quem não gosta de arder como uma picanha na brasa, nem congelar como uma cerveja no freezer, basta nadar contra a correnteza e descobrir as delícias do clima ameno! Podem falar: coisa de velho!

 

9) Chamem os gringos! O turismo interno é importante, mas pra quem vive no hemisfério norte, 23ºC é calor infernal! Eles podem viajar o ano todo pro Rio de Janeiro que vão achar sempre “quente e exótico”. Conheci um alemão que vinha todos os anos pra Ilha Grande sempre no inverno, pra fugir do calor saariano do verão. Além disso, pra eles é tudo 1,5 vez mais barato por conta da moeda. Mas atenção: só porque o gringo gasta 100 paus por pessoa num jantar não significa que os brasileirinhos também pagam! R$ 100 = 40 euros!

 

(Verde até debaixo d'água! Foto: Tite)

 

A respeito de preços em geral, fica uma dica final: o que mais conquista um turista não é preço baixo, senão os albergues estariam lotados pelos próximos 15 anos. Na verdade turista gosta é de qualidade e atendimento! Eu até aceito pagar 40 Euros por pessoa em um jantar, desde que saia da mesa com a sensação de ter vivido uma experiência divina!

 

E chega, porque cansei de escrever!



blogado por motite às 19:56
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Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010
Liquidação total

Amigos doentes por motos! Na minha eterna missão de lhes levar boas notícias, aqui vai uma uótema: LIQUIDAÇÃO!


A Moto Garage do Morumbi está promovendo uma mega-hiper-ultra liquidação pra zerar estoque. Olha que eu conheço o cara do departamento de compra da loja e estou sabendo que vai sair coisa por valor abaixo do custo. Luva de R$ 800 por R$ 300.


Quem está indeciso sobre compra de equipamento, corre dar uma olhada lá. No mundo motociclístico existe bons negócios também fora da General Osório. Mas corra, pq acho que até o dia 1º de fevereiro vai zerar tudo!

 

 



blogado por motite às 17:04
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Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010
Novo triciclo

(Spyder RT Roadster Touring, mistura de triciclo com Gold Wing!)

 

Estava eu visitando os amigos Dagoberto e José Cohen no kartódromo de Interlagos, durante o treino de supermotard, quando aparece o Gian Calabrese (Moto Adventure) com a informação de que estava rolando um evento da BRP no autódromo. Um test-drive com o novo triciclo touring. Interessante, porque não recebi nenhum comunicado. É mais um daqueles casos de assessoria de imprensa que abre uma revista, lê os nomes no expediente e acha que "jornalista especializado" se resume a isso.


Mais curioso ainda foi a Yamaha lançar produtos na semana passada e eu nem sequer fiquei sabendo. Aqui no Brasil ainda prevalece a "assessoria de empresa" em vez de assessoria de imprensa, um caso típico no qual o veículo é mais importante do que o jornalista. Para algumas empresas, ser jornalista free-lancer equivale a ser desempregado... ou pior: "apenas um blogueiro!".


Bom, como eu entrei de penetra no evento da BRP (mas já deixei o cartão com as assessoras) acho justo divulgar. Mas na minha vez de fazer o test-drive choveu e preferi marcar pra outro dia. Segue abaixo o press-release, devidamente editado pra tirar aquela dúzia de adjetivos.

 

 

BRP apresenta o novo Can-Am Spyder RT-S 2010

 

A BRP (Bombardier Recreational Products) traz ao Brasil o novo Can-Am Spyder Roadster Touring (RT-S). O lançamento do modelo 2010 foi dia 25 de janeiro, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

 

Com a estratégia de apresentar ao mercado um modelo exclusivo com design arrojado a BRP decidiu expandir a família Spyder para duas versões: Roadster Touring (RT-S), lançado oficialmente no Canadá no final de 2009, e o Roadster Sport (RS), já comercializado no Brasil desde 2008 e que passou por constantes evoluções.

 

O novo modelo RT-S é diferente de tudo o que existe no mercado. Direcionado àqueles que prezam pela sensação de liberdade que a moto proporciona, o triciclo tem a arquitetura em ‘Y’, ou seja, duas rodas na frente e uma roda traseira.

 

A linha Can-Am Spyder, tanto RT-S quanto RS, vem com câmbio semiautomático e sistema de estabilidade de veículo (VSS), que inclui freio antibloqueio. O freio ABS, desenvolvido conjuntamente com a empresa Bosch, e o controle de tração traseira (TCS) também são diferenciais do modelo. Para garantir a potência, a BRP introduziu o motor Rotax 990.

 

Versão com uma carreta: pra viagens com a esposa

 

Entre os destaques do RT-S, que mais se parece com um "carro de luxo" de três rodas, está o sistema de som AM/FM com auto-falantes na dianteira e traseira, manopla aquecida, apoios de mão traseiros aquecidos e suspensão a ar.

 

No RT-S há regulagem elétrica da suspensão e entrada para iPod. Todas as versões RT vêm equipadas com pára-brisa elétrico, que é regulado conforme a altura do piloto.


A cor preta é o carro-chefe de 2010 e chega para unir seu charme aos modelos prata, amarelo e vermelho, já existentes.


Preço estimado da versão RT-S sem frete = R$ 90,8 mil

 

(É quase um carro de luxo!)



blogado por motite às 21:50
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